Homem é preso após sequestrar e manter ex-namorada refém; moça relatou momentos de terror

Ex namorada é mantida em refém de ex namorado por mais de quatro horas na cidade de Goioere. O fato aconteceu no início da noite de segunda-feira (19).

De acordo com a moça, eles tiveram um relacionamento de quatro anos, sendo que chegaram a morar juntos por alguns meses. Eles estão separados há cerca de sete meses, período a que ele teria perseguido e feito ameaças, inclusive de morte, para que retomasse o relacionamento. Segundo ela o ex-namorado tem o costume de andar armado.

A jovem estava na casa de uma amiga quando foi surpreendida pelo ex, que invadindo a residência, a obrigou a entrar em um veículo. “Ele apontou a arma para mim disse ‘Vem comigo sem falar nada, sem dar show’, e me puxou pelo braço” relata.

Eles seguiram para Paraná do Oeste, onde Adriano queria ir à casa de um amigo. Como já sabia que a polícia estava em seu encalço, revolveu ir para Campo Mourão, sempre fazendo ameaças a ex. Depois de dar umas voltas em Campo Mourão, ele retornou com o carro para Paraná do Oeste e entrou em uma estrada vicinal.

A moça relata também, que Martins pediu para que ela descesse do carro e ordenou que se ajoelhasse. Em seguida ele teria efetuado um disparo com a pistola para o alto e depois com a arma apontada para a sua cabeça e depois para o seu abdômen, onde acionou duas vezes o gatilho da pistola, mas os tiros falharam.

Depois disso retornaram para Goioerê onde deixou a arma na casa de um amigo “Ele disse para eu não contar para a polícia que estava armado.”, conta.

Quando estavam próximo à residência de Natália, na Rua 19 de Dezembro, por volta da 1h30min de terça-feira, o veículo de Adriano foi abordado por policiais militares e ela saiu correndo, enquanto Adriano era preso. Ela indicou onde ele tinha deixado a arma, que foi encontrada pela polícia.

Diante dos fatos, o autor foi preso em flagrante por sequestro qualificado, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Para comprovar a tentativa de homicídio será realizada uma perícia na arma, para verificar se houve mesmo dois disparos que não deflagraram.

Ex namorada é mantida em refém de ex namorado por mais de quatro horas na cidade de Goioere. O fato aconteceu no início da noite de segunda-feira (19).

De acordo com a moça, eles tiveram um relacionamento de quatro anos, sendo que chegaram a morar juntos por alguns meses. Eles estão separados há cerca de sete meses, período a que ele teria perseguido e feito ameaças, inclusive de morte, para que retomasse o relacionamento. Segundo ela o ex-namorado tem o costume de andar armado.

A jovem estava na casa de uma amiga quando foi surpreendida pelo ex, que invadindo a residência, a obrigou a entrar em um veículo. “Ele apontou a arma para mim disse ‘Vem comigo sem falar nada, sem dar show’, e me puxou pelo braço” relata.

Eles seguiram para Paraná do Oeste, onde Adriano queria ir à casa de um amigo. Como já sabia que a polícia estava em seu encalço, revolveu ir para Campo Mourão, sempre fazendo ameaças a ex. Depois de dar umas voltas em Campo Mourão, ele retornou com o carro para Paraná do Oeste e entrou em uma estrada vicinal.

A moça relata também, que Martins pediu para que ela descesse do carro e ordenou que se ajoelhasse. Em seguida ele teria efetuado um disparo com a pistola para o alto e depois com a arma apontada para a sua cabeça e depois para o seu abdômen, onde acionou duas vezes o gatilho da pistola, mas os tiros falharam.

Depois disso retornaram para Goioerê onde deixou a arma na casa de um amigo “Ele disse para eu não contar para a polícia que estava armado.”, conta.

Quando estavam próximo à residência de Natália, na Rua 19 de Dezembro, por volta da 1h30min de terça-feira, o veículo de Adriano foi abordado por policiais militares e ela saiu correndo, enquanto Adriano era preso. Ela indicou onde ele tinha deixado a arma, que foi encontrada pela polícia.

Diante dos fatos, o autor foi preso em flagrante por sequestro qualificado, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Para comprovar a tentativa de homicídio será realizada uma perícia na arma, para verificar se houve mesmo dois disparos que não deflagraram.