Duas pessoas são assassinadas em Fênix e PM encaminha seis suspeitos para delegacia de Engenheiro Beltrão

Os dois crimes ocorreram em um bar – Foto: Rafael Silvestrin/Tasabendo.com
Dois homens foram mortos a tiros por volta da zero hora desta sexta-feira, na cidade de Fênix. O crime ocorreu no conhecido “Bar do Nilson”, no bairro Chatuba, quando dois homens armados com pistola e revólver, chegaram e atiraram contra as vítimas, identificadas por Sidinei Aparecido Farias, 48 anos, e Adriano Aparecido Martins dos Santos, 31 anos, que seria motorista da secretaria de Saúde de Fênix.
Sidinei foi a primeiro a ser morto pelo atirador que usava uma pistola. Em seguida, o outro homem, armado com revólver executou Adriano. Um médico da Secretaria de Saúde esteve no local confirmou o óbito de ambos.
Sidinei esteve preso em 2007, acusado de ser mandante do assassinato do então prefeito de Fênix, Manoel Custódio Ramos, o “Nego”, morto em 2006.
A Polícia Militar recebeu informações que os criminosos estariam usando um veículo VW/Gol. O mesmo carro foi flagrado por câmeras de segurança, minutos após o crime, entrando na cidade de Barbosa Ferraz.
De acordo com o tenente Barreto, do 11º Batalhão da Polícia Militar de Campo Mourão, com base nessas informações, a equipe da Rotam foi até a cidade, onde deteve os suspeitos. “A Rotam foi a Barbosa Ferraz e chegou até uma residência, onde encontrou os suspeitos, inclusive um deles com mandado de prisão em abeto por crimes sexuais. Na casa também havia indícios de tráfico de drogas. As características dos suspeitos batiam com as informações de testemunhas e todos foram encaminhados para a delegacia”, disse o tenente Barreto.
Um dos mortos já tem passagem pela polícia, Sidinei Aparecido Farias, esteve preso em 2007 por envolvimento na morte do ex-prefeito de Fênix, Manoel Custódio Ramos, o “Nego”. O então prefeito da cidade foi assassinado a tiros por volta das 23h do dia 4 de fevereiro de 2006, logo após estacionar o seu carro na garagem de casa. Sidinei, na época do crime, foi acusado de ser o mandante do assassinato, em conluio com o vice-prefeito na época, que foi preso algum tempo depois. Ele aguardava julgamento em liberdade.
Os corpos dos dois homens mortos em Fênix foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Campo Mourão para autopsia.


