Caseiro dá detalhes do crime e pede desculpas às famílias das vítimas

O caseiro do Colégio Vinícius de Moraes, Raimundo Gregorio da Silva, de 56 anos, acusado de assassinar duas adolescentes nos últimos dois anos, pediu desculpas às famílias das vítimas hoje, durante apresentação à imprensa. ‘Estou arrependido. É um minuto de bobeira que passa na cabeça da gente e fazemos loucuras. Eu sinto muito, se as famílias delas puderem algum dia me perdoar’, pediu.

Ele relatou em detalhes como e por que assassinou as duas meninas. ‘Eu coloquei calmante na bebida da Dimitria e enquanto ela dormia na minha cama e dei uma marretada na fonte dela. Eu enterrei o corpo no quintal e depois de um ano retirei o cadáver da terra, botei fogo e joguei os ossos na fossa. O crânio tive que quebrar para caber no cano de ventilação da fossa’, confessou.

Raimundo Gregório, que também é conhecido por Ivan, disse que não abusou sexualmente de Dimitria. ‘Eu nunca transei com ela. Eu gostava dela e quando ela disse que iria para São Paulo, fiquei maluco e acabei matando-a.’

Já a outra garota, que estava desaparecida há mais de seis meses, ele contou que chamou ela para fazer serviços sexuais. ‘Eu paguei para ela transar comigo. Ela sempre queria dinheiro para drogas. Nós acabamos nos brigando eu tive que matar ela’.

O caseiro disse ainda que fez o mesmo ritual usado com a primeira vítima, enterrou o corpo no mesmo local, depois retirou, ateou fogo e jogou os ossos na fossa.