Zelador diz que guardava pertences da vítima por recordação

Ainda durante a apresentação do assassino confesso das duas jovens, Dimitria Laura Gênero e Iara Pacheco, ele disse que guardava por recordação as peças de roupas e outros pertences de Dimitria. ‘Não queria esquecer dela’, afirmou.

Segundo Raimundo Gregorio da Silva, ele considerava a garota como uma filha e ela o tratava como pai. ‘Nós nos dávamos muito bem, só que aconteceu isso tudo. Dá um minuto de bobeira na gente depois a gente se arrepende’.

Isso é perceptível no conteúdo das cartas escritas por Dimitria. Ela afirmava que amava o zelador e estava agradecida pela ajuda que ele estava dando para ela ir para São Paulo. ‘(sic) Você tá proporcionando pra mim, a melhor coisa da minha vida, tá fazendo meu sonho se tornar realidade, que é me levar pra São Paulo’, escreveu Dimitria.