Dia de Campo da Cultura do Feijoeiro é realizado no Integrado

Com um público de 153 participantes, foi realizado na manhã de terça-feira, 06, no campus do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão, o 1º Dia de Campo da Cultura do Feijoeiro, numa parceria do IDR-Paraná e da Embrapa com esta instituição de ensino.
O objetivo foi divulgar e demonstrar o potencial produtivo de 16 diferentes cultivares, deste alimento, que não pode faltar na mesa do brasileiro, sendo oito cultivares do IDR-Paraná e oito da Embrapa 2022,06 do Grupo Preto, nove do Carioca e um cultivar do Grupo Rajado. Também foram abordados o manejo fitotécnico da cultura, produtos biológicos para controle de pragas e doenças e a importância de um adequado manejo de solo para altas produtividades.
Os participantes puderam observar lado a lado cada cultivar de feijão, comparando entre ciclo precoce a ciclo tardio, porte ereto à porte mais prostado, e de atualizar seus conhecimentos e debater os temas abordados diretamente com pesquisadores da Embrapa e pesquisadores e extensionistas do IDR – Paraná.
Segundo o pesquisador engenheiro agrônomo José dos Santos Neto – IDR-Paraná, um hectare com a cultura do feijoeiro pode produzir até 5.000 kg de feijão, porém a média nacional é de apenas 1.100 kg/ha e, a média do estado do Paraná, é de 1.600 kg/ha, demonstrando o grande potencial produtivo deste cultivo.
Já o extensionista engenheiro agrônomo M. Sc. Germano do Rosario F.Kusdra do IDR-Paraná e o engenheiro Agrônomo Antônio Marques Souza Neto, falaram sobre tratamento de sementes e o correto manejo agroquímico da cultura que são algumas das boas práticas agrícolas disponíveis aos agricultores para melhoria da produtividade e renda.
Além de apresentar os cultivares BRS, os pesquisadores da Embrapa, engenheiro agrônomo José Luís Cabrera Diaz e engenheiro agrônomo Marco Aurélio Marangon, palestraram sobre os estádios fonológicos da cultura e cuidados na implantação e condução da lavoura.
Também discorreram sobre a importância da correção da fertilidade do solo, não apenas química, mas especialmente da estrutura física e dos teores matéria orgânica. Neste sentido frisaram da necessidade do produtor retomar a prática do plantio direto com qualidade, ou seja, manter o solo sempre coberto pela adoção de um bom esquema de rotação de culturas.
Fonte: Unidade de Extensão Rural do IDR-Paraná de Campo Mourão



