Motorista alcoolizado provoca acidente com manobra irregular

Veículo capotou após manobra proibida do motorista – Foto: Rafael Silvestrin/Tasabendo.com
Mais um motorista que havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir acabou capotando o veículo ao tentar acessar um local proibido, em Campo Mourão.
O homem de 43 anos dirigia um Peugeot 206 pela avenida Miguel Luiz Pereira, sentido Lanchonete Tio Patinhas/Rodoviária, quando tentou passar para o outro lado da rodovia, mas usando um acesso proibido.
O local, bastante estreito, foi construído para quem desce a Miguel Luiz Pereira, sentido Rodoviária/Tio Patinhas, acessar a avenida Capitão Indio Bandeira. Ao tentar a conversão por esse local, ele se deparou com um Ford Ka, placas de Araruna, que fazia a manobra para acessar a Capitão Indio Bandeira.
A condutora do Ford Ka, para não bater de frente, subiu no canteiro, causando danos em seu veículo. Os veículos ainda chegaram a se tocar. Já o motorista do Peugeot perdeu o controle da direção e capotou, ficando o veículo com os pneus para cima.
No Ford Ka a motorista de 26 anos estava acompanhada de mais duas mulheres, mas apenas ela teve alguns ferimentos e foi encaminhada ao hospital Pronto Socorro.
Já o condutor do Peugeot recusou atendimento do Corpo de Bombeiros. Com a chegada da Polícia Rodoviária Estadual ele foi submetido ao teste do etilômetro e o exame apontou que ele havia ingerido bebida alcoólica (1.0mg/L de álcool no sangue dele – nível acima do permitido para motoristas). Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia.
O QUE DIZ A LEI
Configura-se como crime de trânsito quando o resultado do teste do bafômetro ou do exame clínico indicar concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue, ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Sendo assim, a penalidade é bem mais severa do que a prevista para a infração. As consequências são o pagamento de multa, a suspensão ou proibição para obter a permissão ou a habilitação para dirigir e detenção. O tempo de detenção pode variar de 6 meses a 3 anos.






