Secretária diz que finalidade da UPA será discutida com Conselho de Saúde

Os serviços de saúde a serem prestados no prédio da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) construída na asa leste serão definidos a partir de discussão com o Conselho Municipal de Saúde e após consulta ao Tribunal de Contas. A afirmação é da secretária municipal de Saúde, Rosemeire do Carmo Martello.

“O ministro da Saúde autorizou a mudança de finalidade da UPA desde que seja um serviço 24 horas. Hoje, porém, o município não dispõe de recursos financeiros para colocar mais uma unidade de atendimento 24 horas”, acrescenta a secretária. Segundo ela, para colocar a UPA em funcionamento o custo para o município ultrapassaria R$ 1 milhão por mês.

Ela lembra que a UPA foi construída pelo governo federal em parceria com o município para atender toda a região como porta de entrada apenas para urgência e emergência, com pacientes resgatados pelo SAMU e Corpo de Bombeiros. “É preciso deixar claro que a UPA não foi construída com a finalidade de funcionar como um posto de saúde 24 horas”, reforça a secretária.

No fim do ano passado, a administração anterior chegou anunciar a entrega da obra, que está pronta há mais de um ano, mas a inauguração foi cancelada sob a alegação de falta de segurança para o ato.