Prefeitura responde artigo sobre atendimento nos postos de saúde

A assessoria de imprensa da Prefeitura entrou em contato com o Tásabendo na tarde desta quinta-feira (27) e enviou um texto/resposta ao artigo postado nesta manhã no portal, falando sobre o atendimento nos postos de saúde. Segue na íntegra:
SOBRE O TEXTO PUBLICADO NO PORTAL TASABENDO.COM.BR, A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE, ROSEMEIRE DO CARMO MARTELLO ESCLARECE QUE:
– A atendimento no Posto de Saúde do CSU é feito por AGENDAMENTO e não por ordem de chegada.
– Nos dias de cursos de qualificação profissional, como é o caso de hoje, não são feitos agendamentos, por isso não havia médico na unidade. A médica NÃO FALTOU! Estava em curso!
– Os pacientes que procuram a unidade SEM AGENDAMENTO, são atendidos por enfermeiras. Em caso de urgência são encaminhados para o Posto 24 Horas. Não sendo urgência, é realizado o agendamento, como foi o caso da paciente em questão.
– Mesmo quem paga convênio tem que agendar consultas, portanto, não procede a afirmação que “o atendimento não é igual ao daqueles que podem pagar”.
ROSEMEIRE DO CARMO MARTELLO
Secretária Municipal de Saúde de Campo Mourão
Em conversa por telefone com a secretária, eu Fernando Lorenzzo, expliquei que minhã mãe e minha irmã já estavam agendadas para aquele horário, às 7h30, e que sim, o atendimento é de acordo com a hora de chegada, mesmo com os agendados, pois todos estão marcados para a mesma hora. Mas, no texto anterior, eu não havia colocado que era para a área de odontologia, o que, segundo a secretária, gerou um desconforto para a área médica em geral. Peço desculpas. Rosemeire afirmou que irá verificar o que aconteceu. Segunda ela, nesta nova gestão está sendo resolvida a questão das filas para consultas. Também disse que sua equipe está trabalhando para sanar os problemas encontrados na pasta. Isso é louvável.
A crítica feita no artigo não era aos profissionais que atendem a todos igualmente, mas àqueles que tratam um SER HUMANO, que pode pagar, diferente de outro SER HUMANO que não pode pagar. Sabemos que isso existe, infelizmente.
Por Fernando Lorenzzo