“Um basta na violência contra a mulher!”, por Lucas Pimentel, na coluna “Por escrito”

É repugnante sabermos que em pleno século XXI, com o ano de 2017 se encerrando, ainda nos deparamos com notícias ou até mesmo cenas de violência contra às mulheres. Pesquisas recentes nos informam que, 3 em cada 5 mulheres já sofreram algum tipo de violência, e que, a cada 7.2 segundos uma mulher é vítima de violência física. Com esses dados, precisamos cada vez mais de conscientização, de uma educação que contribua para uma cultura de paz e igualdade.  Com esse intuito, eu Lucas Pimentel, tenho participado de um projeto denominado Curta Maria, em parceria com instituições e pessoas públicas do Distrito Federal. O projeto consiste na produção de audiovisual para a sensibilização e conscientização de toda a sociedade para a erradicação da violência contra a mulher. Através desse projeto temos buscado a conscientização de adolescentes e jovens de escolas públicas no tocante ao combate à violência contra a mulher. No quadro atual da sociedade precisamos lutar contra a violência sem medo e com todas as forças. Parece clichê, mas juntos somos mais fortes. Uma vítima sozinha é muito mais frágil do que com sociedade lhe apoiando.

É importante nos perguntarmos: o que temos feito, individual e coletivamente, para mudar a realidade de violência? Não sou mulher, mas tenho mãe, irmã, tias, avós, sobrinhas e amigas. Não precisa ser mulher para ser solidário e lutar em favor dessa causa. Aliás, esse cenário só vai mudar quando meninos forem educados para o respeito e a igualdade. Quero, a cada dia, usar todas as armas possíveis para lutar contra a violência. Tire um minuto do seu tempo e reflita, sobre o que você tem feito para combater a violência. Somente com conscientização conseguiremos fazer do mundo um lugar melhor para se viver!

Sou Lucas Pimentel, tenho 20 anos, funcionário do Senac-PR, membro da Assembleia de Deus – Ministério Missão, membro da Casa de Educação Anísio Teixeira (em Brasília) e ex-aluno do Colégio ATO, em busca de uma sociedade mais humana e igualitária onde todos sejam respeitados simplesmente por serem seres humanos.

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