“Recomeçar”, por Meri Pedroso, na coluna “Por escrito”

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Recomeços, tropeços, começos. Correr atrás do que restou, do que ficou para trás. Sair do comodismo, fugir da rotina, encarar o mundo. Romper paradigmas, ultrapassar obstáculos, e ainda assim, ser forte e manter-se em pé.

Ah! Como é difícil recomeçar! Muitos tentam, porém outros, apenas pensam. Recomeçar requer coragem, aprendizagem. É preciso ter criticidade, maturidade. Pensar no que te fará bem, mas, com um olhar para o outro também.

Aquele que recomeça é porque aprendeu muito com a vida, ou ainda, sofreu muito para aprender. Nesta escola, aprendemos de tudo, pois, viver é uma arte e cada história, um espetáculo! Cada um tem que saber  desempenhar seu papel. De acordo com a célebre frase: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.

Recomeçar em todos os sentidos que a vida possa se expressar. Não podemos viver sempre numa corda bamba com medo de cair. Ou você se equilibra ou você cai. Isso é inevitável!

“O fim nada mais é do que o começo de uma ascensão para uns e o começo de um declínio para outros.” Que o recomeçar então, seja um começo de novas histórias.

Que cada história, seja como uma peça de teatro, onde cada protagonista ou coadjuvante, decorem suas falas, extrapolem suas emoções, e se preciso for, improvisem. Assim, as cortinas poderão se fechar ao som vibrante de cada aplauso ecoado.

E que o recomeço seja apenas um começo, um ponto de partida. O início de muitas reticências, de muitas experiências. O começo de um fim. A sequência de um ponto final.

Escrito por: Meri Terezinha Carollo Pedroso, mourãoense, graduada e especialista em educação matemática.  Professora da rede pública de ensino.

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