“Fome”, por Isabella Portugal, na coluna “Por escrito”

Fome tema esquisito
De se comentar
Ninguém pensa nisso
Pois tem algo para almoçar
É tão simples
Não tem o que falar
Muita gente passa fome
Pois não tem comida para se alimentar
África é tão bonito o seu tamanhão
Mas lá passam fome e não se tem dó não
Sabe por que acontece? É a globalização
Temos muita comida
Mas não há boa distribuição
Terra tem de monte
E a consideração
com os mais pobres não há isso não
Ser humano tão cruel
Não para pra pensar
Que joga comida fora
Mas em outro lugar vai faltar
Jornalista de coração puro
Foi o que chegou a se emocionar
Que depois da cena horrível
Quis se matar
Deve ter pensado
Neste mundão
Tem gente com obesidade e
Outros morrem de desnutrição
Se quer ajudar é
Apenas ligar
Para uma ONG e colaborar
As famílias africanas
Vão agradecer
Por ter pensado nelas
e não as deixar morrer.
Isabella Raissa Portugal, tem 12 anos, estudante do sétimo ano, escreve poesias de várias temas e é extramente dedicada a leitura e aos estudos. Apaixonada pelo Ballet faz aulas três vezes por semana em uma escola de Ballet em Campo Mourão.
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