Cesar Gazzi publica hoje na coluna “Por escrito”

Cesar

Deitados em berço esplêndido

Ao som do hino escrito por Joaquim Osório Duque Estrada e de elaboração musical de Francisco Manoel da Silva, clamado não somente por um povo, mas a única nação que recebeu o mundo em seu berço, a nação feita por todos, a nação que acolheu a todos. A história de um hino cujo clamor popular não se deixou mudar, um hino cujos lemas são a liberdade, o respeito, a ordem democrática e o patriotismo.

Me pergunto:

Onde foi parar o patriotismo desse povo que se acolheu aqui dizendo ser a

Terra adorada,

Entre outras mil,

És tu, brasil,

Ó pátria amada!?

Me pergunto:

O que os colonos desse meu Brasil achariam de tanta barbárie feita em nossa terra? Alemães, Italianos, portugueses, espanhóis, japoneses, angolanos, africanos, índios, dizendo:

Brasil, de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro dessa flâmula

‌― Paz no futuro e glória no passado?

Me pergunto:

Onde essa pátria minha irá parar? Ou quando as pessoas enxergarão o amor a essa terra tão linda como dizia Joaquim Osório Duque Estrada?

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce,

Se em teu formoso céu risonho e límpido

À imagem do Cruzeiro resplandece.

Gostaria de fato que esse amor, essa paixão, e esse orgulho crescessem nos corações de cada Brasileiro.

Gostaria de ver o legado de nossa bandeira firme e brilhando no tocante ao termo “Ordem e Progresso”.

Gostaria de ver meu País mais racional, mais humano e menos animal.

Nascido em Campo Mourão, Cesar A. Gazzi é estudante de Direito da Faculdade Integrado.

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