Vilma participa do Congresso Nacional da CNTE em Brasília
Temas como “Educação, Desenvolvimento e Inclusão Social” estão em debate, em Brasília, no 32º Congresso Nacional da CNTE. O evento reúne 2.500 representantes da educação no Brasil e mais 20 países até domingo, 19. A vereadora, professora Vilma (PT), participa da programação que discute e avalia os rumos, avanços e retrocessos da legislação buscando melhorias e transformações na educação.
Na quinta-feira, 16, no seminário internacional, acompanhou palestras um debate sobre a conjuntura internacional e nacional com o ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o economista Márcio Pochmann. Como aponta, a pauta abordou questões relacionadas à corrupção, falta de investimento e avaliação da educação e os desafios da educação pública. “Ao ouvir os palestrantes, sobre os problemas e a luta por uma educação de qualidade em seus países tive orgulho da luta que trava, constantemente no Paraná, a APP-Sindicato. O sindicato não só me representa, como eu sou uma defensora e combatente das melhorias para o público”, comenta Vilma.
No segundo dia de evento, novas experiências internacionais estão sendo compartilhadas, bem como painéis sobre a política sindical e a política educacional foram promovidos com a participação de diversos palestrantes, embasando o debate dos grupos em torno das resoluções apresentadas.
Para a professora Vilma, o congresso é mais uma oportunidade de debater o que é essencial para as escolas pública e para o país. “Com nossas ideias e ideais, podemos fazer a diferença para a educação do Brasil. Nós, sindicalistas, que fazemos parte de movimentos sociais temos o poder de transformar o mundo e queremos começar pela escola”, pontua.
Programação – Para o sábado e o domingo, 18 e 19, ainda estão previstas a realização de intervenções; plenárias deliberativas sobre estatuto, conjuntura e política sindical, política educacional, balanço, políticas permanentes, plano de lutas e moções; apresentação e eleição das chapas que concorrem a Direção Executiva e Conselho Fiscal da CNTE para 2014-2017; bem como posse dos eleitos.
Preocupação – Durante o evento, em Brasília, os dados apresentados pelo palestrante do Haiti chamou a atenção da professora Vilma. “Ele disse que o ensino privado, domina 85% do ensino no país e a universidade é privada em 90%”, relembra.
Como expôs, depois do terremoto que atingiu o Haiti, o Brasil ofereceu 500 bolsas de estudo. No entanto, demonstrou ainda que não há oferta pública de ensino para o ensino infantil, não há carreira pública para os professores e o governo financiou bolsas em escolas privadas para estudantes. “Infelizmente, criaram alunos fantasmas, aumentaram o número para os donos aumentarem seus rendimentos. Tudo isso enfraquece o Ministério da Educação”, lamenta.