Sidnei Jardim vai a Curitiba cobrar agilidade na construção de presídio

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O vereador e advogado Sidnei Jardim esteve na Secretaria Estadual de Segurança Pública do Paraná, em Curitiba, para cobrar maior agilidade na conclusão da obra da nova Cadeia Pública de Campo Mourão.

Na oportunidade, o vereador esteve com a diretora do grupo orçamentário, Maria Helena, responsável pela referida obra. Jardim reivindicou o pagamento da terceira parcela referente à obra, no valor de 447 mil reais, obtendo uma resposta positiva de Maria Helena, que assumiu o compromisso de repassar o referido valor já nos próximos dias.

Sidnei esteve também no Departamento de Engenharia da Secretaria de Segurança, onde cobrou maior agilidade na conclusão das adequações do projeto do novo presídio. Diante disso, o diretor do departamento, Capitão Ivan Ricardo Fernandes, e a arquiteta responsável pelo projeto, Pâmela Dosso de Moraes, se comprometeram a tratar com prioridade. Segundo eles, existe um pedido de aditivo ao projeto, tendo em vista a necessidade de construção de um muro de contenção, o que vem gerando atrasos na obra.

Segundo Jardim, essas adequações e o pagamento da terceira parcela é que vão agilizar a conclusão da obra que não está parada, mas anda muito devagar. O vereador ressaltou que o prazo de conclusão da obra que era para 18/01/2015, foi prorrogado para 8/12/2015, com término do contrato previsto para 8/07/2016.

Na semana passada, Sidnei Jardim esteve visitando a obra juntamente com o Juiz Corregedor Dr. Fabrico Voltaré, o empreiteiro, o engenheiro responsável e outras pessoas e naquela oportunidade assumiu compromisso de ir a Curitiba agilizar a construção.

Para o vereador, a conclusão da obra deve trazer grandes benefícios para o município, tendo em vista que a nova Cadeia Pública terá capacidade para cerca de 400 detentos, e abrigará ainda um espaço para o regime semi aberto, o que resultará na geração de cerca de 200 empregos com boa remuneração. “É de extrema relevância para o crescimento econômico do Município, tendo em vista a grande crise financeira em que se encontra o país”, finaliza.