Sequestradora de Peabiru morre em troca de tiros com a Polícia

Uma moradora de Peabiru foi morta, em troca de tiros com a Polícia, após participar do sequestro de uma criança. O crime aconteceu no estado de Santa Catarina, entre 30 de maio e três de junho. Nesta data, a Polícia descobriu o cativeiro do menino de nove anos. Como consequência do confronto com os policiais, dois bandidos foram presos e dois foram mortos, entre eles a peabiruense. O garoto residia em Ilhota, onde foi capturado e levado para a cidade de Penha, no litoral norte catarinense.

O relato é que, no final do dia 30 de maio, o menino brincava com um patinete elétrico próximo de casa, quando um casal o arrastou até um veículo Ford Ka vermelho. Por volta das 19h30, os pais notaram o desaparecimento da criança e foram informados do crime por uma testemunha. Meia hora depois, os criminosos fizeram contato e exigiram que o pagamento de R$ 500 mil pelo resgate da vítima devia acontecer até o dia seguinte (Sábado, 31). Em seguida a polícia local foi acionada e a Divisão Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), de Florianópolis, foi mobilizada.

Com a prioridade de assegurar a integridade física do menino, a polícia optou por esperar que a família pagasse o resgate, para agir. O estouro do cativeiro ocorreu na manhã de terça-feira (3). Os bandidos estavam em uma casa de dois pavimentos, armados com revólveres de calibre 38. Um homem (ainda não identificado) e Fernanda Marin Soares, 18, teriam reagido e acabaram mortos. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Itajaí. O outro casal de sequestradores foi preso. Pessoas de Peabiru, que conheciam Fernanda como “Loira do pó”, informaram que ela tinha passagem pela Polícia – por envolvimento com drogas – quando ainda era menor de idade.