“Passei os piores dias da minha vida nessa cadeia”, diz homem preso injustamente
Éder Agostini, 30, foi solto nesta quinta-feira (06) depois de ficar 24 dias preso por engano, na cadeia de Campo Mourão.
Agostini estava sendo acusado de ter participado do assalto a uma relojoaria em Campo Mourão, que aconteceu na manhã de 1º de Julho. As imagens das câmeras do estabelecimento mostravam um homem com as suas mesmas características.
O pintor foi preso no seu trabalho, em Mandaguaçu. E em 14 de outubro, na entrevista com a imprensa Éder afirmou que era inocente e que iria provar. Ele ainda alegou que nem conhecia Campo Mourão. (confira a matéria)
Após a família entrar na justiça, Éder provou que no dia do assalto estava trabalhando como pintor em Maringá. O livro ponto mostrou que ele estava dizendo a verdade.
“Agora quero ver o que o estado vai fazer comigo, se nem a vítima me reconheceu”, reclama. “Passei os piores dias da minha vida nessa cadeia. Quero voltar pra casa, cuidar da minha família e esquecer tudo isso”, desabafa.
Agostini que é casado e pai de um bebê, mora em Mandaguaçu e agora está livre de qualquer acusação.
