Empresário mata namorada e tenta suicídio
O homicídio foi registrado neste sábado (29) e chocou os moradores de Coronel Vivida, no sudoeste do Paraná. A universitária, futura odontóloga, Vanessa Piva, 22 anos, estudava em Cascavel e se formaria em janeiro do ano que vem.
Ela foi encontrada morta dentro da casa do namorado, o empresário Zeno Bortoloto, 41 anos. O corpo foi localizado pela mãe da vítima, por volta do meio dia. Vanessa foi assassinada com um tiro na cabeça, segundo informações da polícia de Coronel Vivida. O crime ocorreu na garagem da casa.
Ao lado do corpo foram encontradas algumas munições calibre 9mm. Conforme informações, o crime foi motivado pelo fato de o empresário não aceitar o fim do relacionamento dele com a jovem. De acordo com informações da família, no sábado pela manhã Vanessa teria ido até a residência de Zeno para encerrar o relacionamento e devolver alguns pertences. Como Vanessa demorou retornar para casa e também não atendia as ligações, a mãe foi até o local e encontrou a filha já em óbito.
A Polícia Militar, assim que tomou conhecimento da situação, iniciou diligências para encontrar o empresário, principal suspeito do crime. Após procurar em diversos locais, quase duas horas depois, Zeno Botoloto foi encontrado em sua empresa, que fica no centro da cidade. Estava caído com um ferimento na cabeça provocado por um disparo de arma de fogo, ou seja, depois de matar a namorada foi até a empresa e tentou suicídio. Ao lado dele foi encontrado um revólver calibre 32 e em sua cintura a pistola calibre 9mm, arma usada para matar a namorada.
Zeno foi socorrido por Socorristas do SAMU e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Coronel Vivida, mas devido a gravidade precisou ser removido para Pato Branco, onde permanece na UTI no Hospital São Lucas. Já o corpo de Vanessa Piva foi recolhido ao IML de Pato Branco.
A Polícia Civil acompanhou tudo e acionou o Instituto de Criminalística que periciou a casa onde estava o corpo de Vanessa e a empresa onde foi encontrado Zeno. O delegado de Chopinzinho, Alexander Meurer, acompanhou o caso, mas optou por não se manifestar, pelo menos por enquanto, devido ao estado em que se encontra o suspeito pela morte da jovem. No entanto, adiantou que todas as providências serão tomadas posteriormente pela Polícia Civil, que já instaurou inquérito policial para apurar o fato.
Da CGN
