Autoridades avaliam local para construção do Centro de Ressocialização
Uma comissão, comandada pelo prefeito de Campo Mourão, Nelson Tureck, visitou nesta terça-feira terrenos onde possivelmente poderá ser construído o Centro de Ressocialização no Município. O terreno sugerido pela Comissão é uma área de 2 alqueires pertencente ao Governo do Estado do Paraná, próxima ao Colégio Agrícola, na altura da confluência entre a Vila Guarujá, a BR 158 (que será asfaltada) e o Anel Viário.
A comissão, além do prefeito, foi composta por: secretário de Planejamento do Município, Fábio Gaspar Mello; o Procurador Geral, José Carlos Severino; o delegado chefe da 16º Subdivisão Policial de Campo Mourão, José Aparecido Jacovós, o Comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar de Campo Mourão, tenente Geraldo Moliani e o presidente do Conselho Municipal de Segurança de Campo Mourão, Benedito Lúcio da Silva.
Centro de Ressocialização – Serão investidos pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública, R$ 15 milhões na construção deste Centro de Ressocialização. Ao todo, serão aproximamente 7.800 metros quadrados de área total.
De acordo com o Delegado Chefe da 16º Subdivisão Policial de Campo Mourão, José Aparecido Jacovós, o Centro de Ressocialização pode ter capacidade para até 900 detentos, o que resolveria o problema de lotação dos mini-presídios dos 32 municípios abrangidos por esta Subdivisão. Um exemplo de lotação é o mini-presídio de Campo Mourão, que tem capacidade para 75 presos e atualmente está com 210 detentos.
“Além de resolver este problema de lotação, ainda existe a questão de empregos e geração de renda para o Município, pois 250 funcionários, entre médicos, psicólogos e agentes, estarão trabalhando no local, além, logicamente, da questão da ressocialização do detento, que irá fazer cursos, participar de oficinas e obter aprendizado, o que possibilitaria, após sua liberdade, a sua reinserção na sociedade”, ressaltou o delegado.
O prefeito Nelson Tureck também deixou claro que agora tentará obter, junto ao Governo do Estado, a oficialização da construção na área.
“Por este terreno ser do Estado, acredito que não teremos empecilhos em conseguir estes dois alqueires para esta obra de tamanha importância para a segurança pública da nossa região”, destacou Tureck.
Além da consulta junto ao Governo para a liberação da construção, serão avaliadas questões como viabilidade de esgoto e energia junto aos órgãos competentes (Copel, Sanepar), além de outros trâmites burocráticos como forma de viabilizar a construção do Centro de Ressocialização.