Vereadores anunciam R$ 1 milhão para entidades filantrópicas de CM

Durante a reunião, os vereadores também apresentaram um relatório com dados de todos os gabinetes visitados – Foto: Divulgação

O presidente da Câmara de Campo Mourão, Olivino Custódio e os vereadores, Jadir Pepita e Edoel Rocha, anunciaram na manhã desta terça-feira (16), durante uma reunião com os representantes das entidades, a conquista de R$ 1 milhão para ser divididos entre elas. O dinheiro é resultado de parte da ‘via sacra’ dos vereadores pelos gabinetes dos deputados federais, em Brasília, no mês passado.

Durante a reunião, os vereadores também apresentaram um relatório com dados de todos os gabinetes visitados e os compromissos assumidos pelos deputados federais para ajudar Campo Mourão, destinando emendas para Saúde e entidades filantrópicas. Os vereadores Cabo Cruz e Edson Battilani, também participaram da reunião.

“Apresentamos as entidades, os resultados das visitas aos gabinetes dos deputados federais da bancada do Paraná. Nesse relatório consta o nome do deputado e compromisso assumido. Conquistamos mais de R$ 3 milhões em recursos, sendo que deste total, R$ 1 milhão em emenda foi prometida pelo deputado federal, Giacobo, para ajudar as entidades que estão atravessando uma grave crise financeira”, contou o presidente da Câmara, Olivino Custódio. “Estamos fazendo o mínimo pelo muito que as entidades fazem pelos mais necessitados”, enfatizou o presidente.

Os vereadores, Jadir Pepita e Edoel Rocha, também lembraram que os ofícios foram entregues diretamente aos deputados. “Solicitamos – através de ofícios – entregues pessoalmente aos deputados, recursos para as entidades e para investimentos na Saúde. Já estamos colhendo bons frutos, com a liberação das emendas”, garantem os vereadores.

No mês passado, sete representantes de entidades participaram de uma reunião com os cinco vereadores, membros da mesa diretora da Câmara, para pedir apoio para a grave crise financeira enfrentada pela Cedus, APAE, Lar Miriã, CTR, Lar dos Velhinhos, Lar dos Bosco e Mão Cooperadora.

“Se não houver mudanças nos repasses, vamos apagar as luzes, fechar as portas e entregar as chaves para quem quiser ou estiver disposto a administrar o Lar dos Velhinhos”, disse o membro do Conselho Central do Lar dos Velhinhos, Luiz Carlos Menechini. “Não aguentamos mais vender rifa, bolos e outras atividades para arrecadar dinheiro e pagar as contas”, desabafou Menechini. Segundo ele, a instituição atende 67 pessoas idosas e cada um tem um custo de R$ 2,8 mil por mês. “A conta se torna alta demais, e o repasse, baixo demais”.