Vandalismo causa prejuízos na Praça de Juventude

Atos de vandalismo de todos os tipos têm ocorrido no local – Foto: Divulgação

Um espaço destinado ao lazer comunitário está sendo danificado, dia após dia pelo vandalismo, de todas as formas. Este local é a Praça da Juventude, na Asa Leste, onde várias são as formas de “destruição” provocadas pelos vândalos.

São lâmpadas e torneiras subtraídas, fechaduras danificadas, vidros quebrados, batentes de portas arrancadas, portões quebrados, pichações internas, necessidades feitas no chão dos banheiros, areia espelhada por estes locais, enfim, agressões ao patrimônio público que trazem prejuízo financeiro à administração municipal e impedem as pessoas que querem aproveitar o espaço da melhor forma possível de usufruírem, junto com suas famílias.

Tal situação se agravou agora nos primeiros dias do ano, já que os funcionários que trabalham no local estão em férias e assim o local naturalmente ficou sem funcionamento, oportunidade perfeita para quem sente prazer em destruir logradouros públicos.

“São situações que trazem muita tristeza, a administração municipal disponibiliza um espaço para entretenimento, prática do esporte, e diversão das crianças, adolescentes, jovens e suas famílias, em geral; a obra está nova, praticamente, e acabamos vendo estas situações, o que não é de nosso agrado, certamente, pois sempre estamos procurando, dentro das nossas possibilidades, proporcionar o espaço a estes locais para a comunidade”, destaca Wellington Souza, coordenador do Centro da Juventude Itachir Tagliari e da Praça da Juventude.

PEDIDO

Wellington pede à comunidade, e aos usuários em geral, que sempre que observarem alguma ação destrutiva, não só neste local, mas em qualquer outra dependência pública, que denuncie à Polícia Militar, através do telefone 190, o que pode sem dúvida alguma inibir estas ações.

“Precisamos da ajuda da comunidade, para que nos ajude a fiscalizar estes locais e, de certa forma, dentro daquilo que for possível, colaborar para que o vandalismo não venha a ocorrer nas dependências públicas, que pertencem à comunidade”, conclui Wellington.