Prefeitura de Campo Mourão começa a tapar buracos pelo centro

Duas equipes da Companhia de Desenvolvimento, Urbanização e Saneamento de Campo Mourão (Codusa), acompanhadas pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Seosp), trabalham e ritmo acelerado para tapar os buracos da malha viária em vias públicas da cidade. Nesta primeira etapa estão sendo investidos cerca de R$ 45 mil. O dinheiro garantiu a compra de aproximadamente 200 toneladas de Concreto Betuminoso Usinado Quente (CBUQ) que estão sendo aplicadas na obra. A largada da operação aconteceu nesta quarta-feira (28) e o trabalho continua até sexta (30), nos períodos da manhã e tarde. A meta é executar as melhorias, inicialmente, nas avenidas e ruas do centro da cidade onde há maior fluxo de veículos e passagem do transporte coletivo urbano, devendo, em seguida, estender-se aos bairros.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, José Marin, explica que o trabalho contemplará as avenidas Goioerê, Irmãos Pereira, Capitão Índio Bandeira, Norberto Marcondes, José Custódio de Oliveira e Jorge Walter, além das ruas Edmundo Mercer e Pitanga, entre outras. “Nosso objetivo é continuar a operação a partir de janeiro do ano que vem e, desta forma, recuperar toda a malha viária da cidade até o final de do mês de março”, adianta Marin. Segundo ele, a Prefeitura já prepara uma nova licitação para a compra de mais duas mil toneladas de massa asfáltica, no intuito de que a operação tapa-buracos não seja interrompida. “O orçamento do município para 2012 prevê o investimento de R$ 1,3 milhão para operações de tapa-buraco”, contabiliza o secretário.

MALHA VENCIDA – Entre as razões que levaram ao grande volume de buracos no asfalto da cidade, segundo Marin, está a deteriorização da malha viária. “Em alguns pontos as vias foram construídas há mais de 40 anos e o desgaste é natural, mesmo com as melhorias realizadas continuamente pela municipalidade”, explica o secretário. Já o prefeito Nelson Tureck acredita que o aumento no tráfego pesado também tem contribuído para a aceleração do desgaste. De acordo com Tureck, as vias não foram projetadas para aguentar caminhões grandes e sofrem com o fluxo intenso. “Em muitos locais onde passavam caminhões tocos, hoje transitam carretas e até bi-trens”, esclarece o prefeito.