Observatório Social tem nova diretoria em Campo Mourão

Roberval Melo Ruscetto (1)

O aposentado Roberval Melo Ruscetto é o novo presidente do Observatório Social de Campo Mourão, o segundo fundado no país e que está em atividade desde 27 de junho de 2007. Ruscetto é o quinto a assumir o cargo da entidade no Município e substituiu o empresário José Nelson Botega.

A nova diretoria tem gestão de dois anos (2015-2017) e está assim composta: Presidente – Roberval Melo Ruscetto; Vice-Presidente – Marlene Fiorese de Lima; Vice-Presidente de Administração – José Nelson Botega; Vice-Presidente de Responsabilidade Social – Wilson Isolani; Vice-Presidente de Educação – Adilson Staniszewski; Vice-Presidente da Cultura – Miguel Theodorovicz; Vice-Presidente de Esportes e Lazer – Luiz Pepinelli; Vice-Presidente de Políticas Sociais – Zuleide Milanez Giraldi.

Também compõem a nova diretoria: Antonia Côrrea de Melo (1ª Tesoureira), Eduardo Akira Azuma (2º Tesoureiro), Eloi Ricardo Cobbe Bonkoski (1º Secretário) e Geraldo Sebastião dos Santos (2º Secretário). O Conselho Fiscal é integrado por Ater Carlos Cristófoli (que é o atual presidente do Observatório Social do Brasil), Nestor Ocimar Bisi, Luiz Carlos Campos, Oscar Azuma, Aristal Ferreira de Carvalho Neto e Salvador Montone Neto.

Pela presidência do Observatório Social de Campo Mourão já passaram Nestor Bisi, Ater Cristófoli, Eloi Bonkoski e Nelson Botega. A entidade atua junto aos órgãos da gestão pública primando pela lisura, transparência, zelo e devido trato com a coisa pública, acompanhando os gastos, apresentando projetos e contribuindo com a melhor qualidade, utilização das verbas públicas nas compras por licitação, principalmente.

Atualmente já existem 96 municípios com Observatório Social no país, distribuídos por 17 estados. No Paraná são 33 Observatórios Sociais

Balanço

Nos 430 pregões presenciais, 32 tomadas de preços, 15 pregões eletrônicos e quatro concorrências públicas realizadas e homologadas pela Prefeitura de Campo Mourão, ao longo de todo o ano passado, a economia foi de R$ 12.727.522,40 (28,43 por cento). Antes da atuação do Observatório Social, a economia – que é a diferença entre o preço máximo estabelecido nos editais de licitação e o valor efetivamente contratado – girava em torno de dois por cento.

A maior economia foi alcançada nos pregões eletrônicos, uma das modalidades de licitação menos utilizadas pelo Município. Das 481 licitações homologadas em 2014, apenas 15 foram na modalidade de pregão eletrônico, que atingiu uma economia de 88,90 por cento. Os valores máximos fixados nos editais somavam R$ 1.116.637,76 e as contratações foram efetivadas por R$ 125.594,57.

Com a economia alcançada em 2015 – de R$ 12.727.522,40 – daria para pagar o salário de R$ 3.200,00 para 331 policiais ao longo de um ano ou construir oito super creches (no valor de R$ 1.458.949,05 cada). Segundo o Observatório Social, o valor economizado daria para pagar salário de R$ 1.917,78 a 553 professores ao longo de um ano ou construir 181 casas populares no valor de R$ 70.300,00 cada.