Na Alep, Verri destaca legado da Copa para o Paraná‏

Em discurso nesta quarta-feira, 14, na Assembleia Legislativa (Alep), o deputado Enio Verri, presidente estadual do PT, destacou o legado da Copa do Mundo para o Paraná. Segundo o parlamentar, a realização da Copa abriu uma janela de oportunidades que está gerando um crescimento extraordinário para o estado, principalmente para Curitiba.

Verri afirmou que se não fosse a realização da Copa do Mundo a capital não estaria recebendo uma série de investimentos federais, sobretudo em mobilidade urbana, que irão melhorar a vida da população em longo prazo.

“O governo federal investiu R$ 600 milhões para obras de infraestrutura em Curitiba para a Copa do Mundo. Foram realizadas a remodelação e ampliação da Avenida das Torres, Avenida Marechal Floriano, construção de ciclovias, obras de sinalização e modernização da rodoferroviária e do aeroporto Afonso Pena. Imagine todos estes investimentos em longo prazo, o quanto vão melhorar a vida das pessoas.”

Além dos recursos que foram exclusivamente destinados para as obras da Copa, o governo federal está investindo mais de R$ 6 bilhões em obras que serão executadas após o campeonato mundial. Os recursos serão apliados na execução do Inter 2, BRT, Linha Verde, Conturno Sul e o metrô.

O impacto da Copa refletiu também no aumento das oportunidades de emprego em Curitiba. Segundo informações da Prefeitura, somadas todas as obras de infraestrutura para realização do evento, estão sendo gerados 20.400 empregos diretos e indiretos.

“Isso cria uma massa salarial de mais de R$ 30 milhões. São pessoas que estão consumindo, movimentando a economia e fazendo com que o desenvolvimento do Paraná seja acelerado”, avaliou Verri.

O deputado disse que que críticas à realização da Copa são baseadas na desinformação. “Aqueles que criticam a realização da Copa são pessoas que se manifestam contra o Brasil e contra os brasileiros.”

Verri destacou que não existem recursos do orçamento federal na construção dos estádios e que o governo Dilma não deixou de alocar recursos na educação e na saúde para construir os estádios. “O dinheiro utilizado nos estádios é todo de financiamentos e da iniciativa privada. Estes recursos não afetam em nada os investimentos federais em saúde e educação, que são cada vez maiores.”