Mulher é atacada por cachorro no Jardim Santa Nilce II

Foto: Rafael Silvestrin/Tasabendo.com
Uma mulher de 51 anos foi atacada por um cachorro no início da tarde desta quinta-feira (05). Mordida na perna, a vítima foi socorrida primeiro por populares e em seguida pelo Corpo de Bombeiros. O fato ocorreu por volta das 12h40, quando a mulher se dirigia a um ponto de ônibus, já que vinha de uma visita à casa de sua mãe, na região do Jardim Santa Nilce II.
Segundo testemunhas, o cachorro era um animal de porte médio e cor caramelo. A irmã da vítima contou que o cachorro avançou nelas quando passavam pela Rua Belém, rumo à Rua Engenheiro Mercer. Vizinhos que presenciaram o fato, ajudaram a socorrer a mulher, evitando que o cachorro continuasse a atacar. Os ferimentos não foram graves.
Quando os socorristas chegaram no local, a vítima estava sentada em um banco, onde populares teriam prestado os primeiros socorros. Os socorristas do SIATE realizaram os procedimentos de imobilização da vítima e a encaminharam à Central Hospitalar. Até o momento não se sabe se o cachorro é de rua ou de algum morador da região do Santa Nilce II.
Cuidados com mordidas de cachorro:
Todo indivíduo mordido por um cão deve primeiramente tentar obter sua carteira de vacinação para saber se o animal está devidamente vacinado, uma vez que cães vacinados não são fontes de transmissão da raiva. Se o cachorro estiver com a vacina em dia, não há necessidade de iniciar qualquer tratamento, a não ser que o animal passe a apresentar sintomas da raiva poucos dias depois da mordida.
Nos cães, o tempo máximo de evolução da doença, desde o aparecimento do vírus na saliva até a sua morte, é de apenas 10 dias. Portanto, quando alguém é mordido por um cachorro, indica-se a observação do animal por até 10 dias. Se o cão não adoecer neste intervalo é porque ele não estava contaminante no dia da mordida, não havendo, portanto, risco algum de raiva para o paciente, mesmo que o cão não esteja com a vacina em dia.
Se o animal for um cão de rua, sem dono, é importante capturá-lo para que ele possa ser analisado por um veterinário, de modo a procurar sinais do vírus da raiva. Se a captura do animal não for viável, o tratamento profilático (preventivo) deve ser indicado, partindo do princípio que este esteja contaminado com o vírus da raiva. Portanto, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, já que a profilaxia contra a raiva é considerada uma urgência médica.
Fonte: https://www.mdsaude.com/2015/12/mordida-de-cachorro.html


