Missa de sétimo dia de Amani Spachinski acontece nesta terça-feira

Amani

A família de Amani Spachinski, convida aos conhecidos e amigos para a sua missa de sétimo dia. A celebração acontecerá a partir das 19h desta terça-feira (01), na Catedral São José. Amani, que faleceu por infarto no início da noite de terça-feira passada, aos 63 anos, foi professor, escritor, filósofo, teólogo, articulista, contista, palestrante, poeta e terapeuta. Deixa dois filhos e a esposa Rita, a quem compôs o poema “Meu grito de libertação”, sempre declamado por ele em ocasiões públicas: “Cansado desse silêncio, tímido e tolo, resolvi gritar, para a minha e para nossa libertação: Eu amo você!”.

Trajetória (publicada no site da Academia Mourãoense de Letras)

Nascido aos 26 dias do mês de maio de 1952, no Município de Pinhão, Estado do Paraná. Filho de Rozendo Mendes de Oliveira e Maria de Lourdes Spachinski de Oliveira. Cursou o antigo primário no Grupo Escolar Visconde de Guarapuava e fez o curso preparatório para o “exame de admissão” para o ginásio na Cidade de Guarapuava, onde trabalhou como engraxate, jornaleiro, vendedor, confeiteiro, balconista, mecânico de máquinas agrícolas, motocicletas, automóveis e caminhões até o ano de 1970, quando ingressou no Seminário Diocesano Paulo VI de Londrina e cursou o Ginásio e parte do Curso Colegial.

Em Ponta Grossa, no Seminário Diocesano São José, concluiu o Segundo Grau, fez Filosofia Pura e Teologia. Em 1980 foi ordenado padre pelo Bispo Dom Frederico Helmel e exerceu o ministério sacerdotal em Pitanga – PR. Em 1983, “deixou a batina” e casou-se com Rita de Cássia Cartelli de Oliveira com a qual teve dois filhos, Victor de Néri Oliveira e Vinícius Emanuel de Oliveira. Em 1987 iniciou o Curso de Letras Literatura na, então FAFIG, hoje Universidade Estadual de Guarapuava. Em 1988, fez reconhecimento do Curso de Filosofia na FACITOL em Toledo e complementação na FAFI em Palmas, concluindo em 1990, habilitando-se em Filosofia, Sociologia e Psicologia. É especialista em Filosofia e Psicopedagogia, doutorando em História.

Trabalhou como Encarregado de Recursos Humanos na grande empresa do transporte coletivo do Paraná, a EUCATUR, foi Secretário Municipal de Saúde em duas prefeituras, diretor de Hospital Municipal e de Escola Estadual, orientador técnico, instrutor de cursos e  gerente de Unidade do SENAC em Campo Mourão. Atualmente é professor de Filosofia para o Curso Médio e Superior, atuando no Colégio Estadual Marechal Rondon e Seminário Nossa Senhora do Guadalupe.

É presidente da Associação Mourãoense de Escritores. Por gostar de ler, entrou, ainda adolescente, no mundo da escrita, pelas portas da poesia e do teatro. Começou cedo como escritor, embora não publicando suas obras, na juventude. Seu primeiro trabalho de sucesso foi a poesia “Vorte Querida Vorte”, depois escreveu a peça “Castelo Assombrado” e nunca mais parou de escrever versos e contos. Ainda como escritor, participou de  seis coletâneas poéticas e contos, escreveu o livro paradidático “A Busca de uma Vida e um Mundo Melhor para se Viver”, “Introdução ao Estudo da Filosofia” e o Livro de poesias místicas “Anseios D’Alma”.

É Palestrante, Conferencista e Filósofo Clínico em formação. Foi diretor de peças teatrais como: “Natal de Esquina” e o “Auto da Compadecida”, além de dirigir noites de apresentações humorísticas, festivais e foi co-autor do 1.º FESPA – Festival da Paródia de Guarapuava em 1969/1970. Em 1992 veio para Campo Mourão e aqui fixou residência com sua família, de onde jamais pretende sair.

É professor de Filosofia, nos Cursos Médio e Superior. Foi Presidente da AME – Associação Mourãense de Escritores e membro da FHEPE  Fundação Horácio Amaral de Estudos e Pesquisas. Ministra palestras e cursos em escolas, empresas e comunidades. É escritor, poeta e contista.