Mães e filhos, ou filhas, no esporte
O amor ao esporte não escolhe famílias, não escolhe pessoas, não escolhe cidades, não tem distância que interfira. E quando a mãe incentiva e até participa com os filhos no esporte, a situação se torna ainda mais interessante. O Dia das Mães foi ontem, uma data interessante, de homenagens a aquelas que com tanto carinho nos colocaram no mundo e nos cuidam.
A Maria Isabel, minha querida Bel, atua junto com sua filha Milena Rafaela, na equipe de voleibol feminino de Campo Mourão. Há um tempo atrás, conheci a Dona Celenir Schiroff, que jogava handebol com sua filha Rubya, lá em Manoel Ribas, e tinha seu filho Rômulo também atuando como goleiro da equipe masculina da cidade.
A Gisele Miró, uma destacada tenista paranaense, formou também para este esporte sua filha, a Isabela Miró. Como esquecer também da Vilmari Penteado, de Roncador, que joga Bolão na equipe feminina da cidade e tem seu filho Fernando defendendo a equipe masculina local. Ontem, no jogo decisivo do Campeonato Paulista, cada atletas do Corinthians, contra o Santos, jogou com o nome de suas respectivas mães na camisa.
E minha mãe, a Dona Marcelina, não formou um filho que sabe tanto “atuar” jogando no esporte, mas sim um profissional do jornalismo esportivo que muito se dedica a sua função, escrevendo para e sobre as pessoas. Então, mais um dia das mães passou, digo no sentido cívico, mas na verdade, nossas mães devem ser reverenciadas todos os dias. Valeu mães!!!