Luiz Alfredo visita aterro de Cianorte e sentencia: “Não há parâmetro para comparação com o nosso!”

O vereador Luiz Alfredo da Cunha Bernardo (PT do B) relata a visita que fez ao Aterro Sanitário do município de Cianorte, onde teria constatado a impossibilidade de comparação com o aterro de Campo Mourão. Em matéria publicada no Tasabendo.com há alguns dias – quando da visita ao nosso aterro – Luiz Alfredo atentou à falta de manutenção: das lonas de proteção, das células (antigas) de depósito de lixo e das lagoas de tratamento do chorume (que aliás, teriam transbordado).

Da visita que fez ao aterro de Cianorte, Luiz Alfredo, voltou com o modelo sustentabilidade que para ele reflete uma ação pública focada em qualidade de vida e resultado. “A Prefeitura, iniciativa privada, regramento e população, há mais de 10 anos desenvolvem várias ações de destinação de resíduos gerados na cidade; sejam eles domiciliares, empresas ou área de saúde”, elogia.

Segundo o vereador, a qualidade da manutenção daquele aterro rende-lhe o certificado ISO 14001 (norma internacionalmente aceita que define os requisitos para estabelecer e operar um Sistema de Gestão Ambiental). “O (aterro) de Campo Mourão não tem licença do IAP há dois anos… no popular, o nosso é sem CPF…”.

Quanto ao tratamento de Cianorte para o lixo reciclável, Luiz Alfredo vai além. “Os resíduos de caçambas (resto construção), os donos das empresas têm área própria. Os resíduos vegetais (corte de árvore) têm outro destino: são processados por empresa que explora comercialmente. Os recicláveis são coletados 100% para cooperativa. Os restos de panos, lâmpadas, monitor, etc.. têm dia para ser posto na frente da casa para coleta. Muito rigor e controle”, avalia.

Segundo Luiz Alfredo, os caminhões de lixo de Cianorte têm GPS com checagem online diária. Ele lembra que com 50% do tamanho de nosso aterro, o daquela cidade tem vida útil entre sete e 10 anos e que, apesar de em 2002 os dois aterros terem projetos iniciais muito parecidos, “os sistemas de proteção do aterro de Cianorte têm posturas que o nosso nem de longe se assemelha atualmente”.