Farol proíbe uso e venda das pulseirinhas do sexo

Projeto de lei de autoria do vereador Agnaldinho do Cachorro Quente (PV), líder do governo na câmara, foi aprovado por unanimidade pelo poder legislativo local e convertido na lei municipal nº 514/2010, publicada na data de 27 de abril. Pela medida proíbe-se o uso  de pulseiras coloridas, também conhecidas como pulseiras do sexo nas escolas das redes de ensino municipal, estadual e particulares e nas repartições públicas no âmbito do Município de Farol.

A norma descreve que entende-se por “pulseiras do sexo” os acessórios utilizados nos pulsos, por meninos e meninas, de diversas cores e feitos à base de silicone.

Segundoo vereador fica proibida a comercialização ou distribuição para menores de 18 (dezoito) anos de idade das pulseiras em todos  os estabelecimentos comerciais do município de Farol e a inobservância dessa previsão sujeitará o estabelecimento infrator às seguintes penalidades, aplicadas sucessivamente, conforme a sua gravidade e variam de mullta no valor de R$ 500,00 e de R$ 1.000,00, com cassação do Alvará de Licença em caso de reincidência.

As pulseiras coloridas de silicone eram, aparentemente, um modismo inocente que se espalhou entre os jovens estudantes de todo o país. O sinal de alerta em relação ao adereço para pais e educadores foi um jogo com conotação sexual. Cada cor representa um ato afetivo ou sexual, que vai desde um abraço a relações sexuais completas. De acordo com as regras do jogo, quem teve a pulseira arrebentada precisa cumprir o que determina a cor. O jogo teve início na Inglaterra e ficou conhecido como Snap.