Colégio realiza projeto que pretende diminuir os casos de dengue em Campo Mourão

O Colégio Estadual Ivone Castanharo realizou na manhã desta quinta-feira (30) o plantio da Crotalária, planta que serve como repelente natural do mosquito transmissor da dengue.

Com diversos casos registrados de dengue entre professores e funcionários do Colégio, exceto os de alunos, o grupo resolveu se unir para esta atitude. Com a ajuda do Rotary que colaborou com as sementes, foi possível entregar aos 1.200 alunos da instituição.

A ação iniciou através do diretor do Colégio, Joseval Pelisser, juntamente com os professores Carmem Ostrowski, Elaine Paula Martins e João Carlos Roseto. Eles contaram com a ajuda da secretaria da saúde, sendo realizado uma palestra para os estudantes.

De acordo com Pelisser, o projeto inclui, além da entrega, o plantio das sementes em todo redor da escola. “Semana que vem iremos nos preparar para realizar a plantação em volta da escola. É uma forma de colaborar com a comunidade e com o meio ambiente”, explica.

Segundo a secretaria de saúde, Campo Mourão está com 160 casos confirmados de dengue.

Crotalária e Libélulas no Combate a Dengue!

Com o plantio da Crotalária em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios, ela atrai a Libélula que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes.

Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da Dengue. Além de tudo isso, a Libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes Aegypti faz parte do seu cardápio, é um dos pratos preferidos pelas libélulas. O que pode diminuir bastante ou acabar definitivamente com a manifestação.

São plantas pouco exigentes e com grande potencial de fixação biológica de nitrogênio. O seu crescimento é mais rápido e tem sido muito usada como adubo verde em rotação com diversas culturas e no enriquecimento do solo.

* LIBÉLULAS CHEGAM VOAR NA VELOCIDADE DE 85 KMS P/ HORA

Veja Clicando na Opção “VÍDEOS” acima, consegui esse Vídeo de apenas 15 segundos que: As “Libélulas” calculam a velocidade para caçar e matar suas presas.

A dinâmica de capturar um objeto no ar é espantosamente complexa, tanto que normalmente apenas animais com sistemas nervosos complexos, como gaivotas ou seres humanos, conseguem fazer isso. Para interceptar algo se movendo a uma velocidade própria, você tem que ser capaz de prever onde esse “algo” estará no futuro. Quando os pesquisadores começaram a estudar libélulas em 1999, eles descobriram que, em vez de “rastrear” sua presa, elas a seguiam no ar até que se encontravam com a pobre coitada, interceptando-a. Em outras palavras, libélulas garantem uma caça voando para onde a presa também está voando. Isso indica que elas calculam três coisas durante uma caçada: a distância de suas presas, a direção que elas estão se movendo, e a velocidade com que estão voando. No espaço de milissegundos, a libélula calcula o ângulo de abordagem e, como um monstro de filme de terror, já está esperando quando a presa infeliz passa por ela.

LIBÉLULAS NUNCA PARAM DE COMER

Que bom que libélulas são tão bem adaptadas à caça, porque são comedoras vorazes. Comem diariamente até 15% do seu pêso. Stacey Combes, pesquisadora de Harvard (EUA) que usa câmeras de alta velocidade para estudar os mecanismos de voo desses insetos, afirmou que uma libélula que ela estava estudando, comeu trinta moscas em uma rápida sucessão e teria continuado a comer se tivesse encontrado mais. Libélulas também variam o que comem, o que combina com seu estilo predatório. Normalmente, elas comem pequenas moscas ou mosquitos, presas muito fáceis pra elas.

ATÉ MESMO AS LARVAS (BEBÊS) DAS LIBÉLULAS CAÇAM

Libélulas ninfas são ainda mais sangue-frio do que suas contrapartes adultas quando se trata de assassinato. Como muitos insetos, libélulas começam a vida em um estágio larval. Larvas de libélula, ou ninfas, vivem debaixo d’água, movendo-se graças a um jato disparado de seu reto, como minúsculos torpedos. Algumas libélulas vivem assim por até cinco anos antes de passar um período relativamente curto de seis ou sete meses como adultas. Durante a sua vida pela água, elas caçam pequenos insetos e outras larvas que encontram no caminho. Mas, em muitas espécies, a dieta não para por aí – algumas ninfas comem até girinos e barrigudinhos, usando movimentos bruscos e suas mandíbulas poderosas.

Fonte: http://www.crotalaria.com.br/