Cleverson Lima é eleito para a Academia Mourãoense de Letras

Cleverson Lima com a presidente da AML, Ester de Abreu Piacentini
O publicitário Cleverson Lima foi eleito recentemente para a Academia Mourãoense de Letras (AML). Ele ocupará a cadeira 21, vaga desde ano passado, com a renúncia do fundador Osvaldo Broza. A posse do novo membro da Academia Mourãoense de Letras deverá ser realizada nos próximos meses.
Cleverson Lima é graduado em Letras pela Universidade Estadual do Paraná. Atualmente é mestrando no programa de Pós-Graduação Sociedade e Desenvolvimento e também mestrando no programa de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina. É especialista em Cinema e Linguagem Audiovisual pela Universidade Gama Filho, e pós-graduando em Estudos Literários pela Universidade Estadual do Paraná, ainda, é graduado em Marketing.
O novo membro da Academia Mourãoense de Letras é publicitário na agência de Publicidade e Propaganda Oxy Creative. Lima também é produtor com experiência no desenvolvimento e criação de roteiros para material audiovisual, destacando-se os institucionais e os de ficção-literária. Também trabalha com assessoria gráfica, programação visual, ilustração, fotografia e redação publicitária. É integrante do Grupo de Pesquisa em Estudos Literários da Universidade Estadual do Paraná.
Como artista gráfico, é idealizador de projetos de cunho cultural, sendo contemplado com incentivos em projetos como: A coletânea de fotos “Campo Mourão 60 anos”, produção de pintura digital com o projeto “Doze tempos, Doce pixel”, além do estudo de símbolos no “Iconografia Mourãoense”. Ainda foi colaborador no documentário “Plasticidade Mourãoense”.
ELEIÇÕES – As cadeiras 12 e 18 serão ocupadas em breve por novos imortais. A eleição que vai definir o acadêmico que ocupará a cadeira vaga será realizada no mês de junho na sede da AML.
O estatuto da Academia Mourãoense de Letras estabelece que para alguém se candidatar deve encaminhar currículo, que comprove residência por mais de dois anos em Campo Mourão ou nos municípios limítrofes e que possuam pelo menos uma obra literária publicada ou que tenham publicado, em forma de livro, trabalho relevante de pesquisa nas áreas de língua e literatura. As candidaturas devem ser apresentadas até às 15 horas do dia 5 de maio (sexta-feira), através de correspondência encaminhada pelo candidato à presidência da AML e entregue pessoalmente.
No ato da inscrição, o candidato deverá subscrever uma declaração de confirmação de que o mesmo está qualificado para ocupar a cadeira vaga, ciente de seus direitos e deveres previstos no estatuto da entidade e, em especial, no tocante à necessidade de participação nas reuniões ordinárias, sessões solenes e no pagamento das contribuições financeiras. Após o término do prazo de apresentação de candidaturas, será instituída uma comissão para avaliação das candidaturas, que vai emitir parecer e submeterá os nomes para a eleição.
Os 38 acadêmicos têm direito a voto. O novo membro é eleito por maioria absoluta de votos – ou seja, metade mais um. Se o número de membros efetivos for ímpar, a maioria absoluta será representada pela metade do número superior daquele. Em outras palavras, em uma eleição de que participam 38 acadêmicos, o novo imortal será escolhido com 20 votos. Caso persistir o empate, duas novas eleições serão realizadas na sequência.
A AML é constituída por 40 membros que são considerados imortais, ou seja, ele somente abre vaga para um novo integrante depois de morrer ou renunciar. E, ainda assim, seu nome fica eternizado como ocupante de uma cadeira na Academia. Para escolher novos integrantes quando uma vaga fica aberta, todos os membros participam de uma votação secreta.