Autor mourãoense participa da Bienal Internacional do Livro de São Paulo com quatro lançamentos e três obras em destaque

Além das novidades, Cleverson também leva à Bienal três obras já publicadas – Fotos: Divulgação

Entre os dias 8, 9 e 10 de agosto, das 13h às 17h, o escritor, pesquisador, ilustrador e publicitário Cleverson Lima, de Campo Mourão, participará da 28º Bienal Internacional do Livro de São Paulo levando ao público uma produção que reúne literatura, pesquisa acadêmica, artes visuais e música. Durante o evento, o autor realiza o lançamento oficial de quatro obras e apresenta outros três livros que já integram sua trajetória editorial.

“Sempre acreditei que contar histórias não depende apenas das palavras. Às vezes elas precisam de imagens, outras vezes de música, pesquisa ou memória. Levar essas obras para a Bienal é mostrar que a produção cultural feita no interior também pode dialogar com leitores de todo o país.”, comenta.

O principal destaque da participação é “Você Rima com Flor – poemas para ouvir”, uma obra que rompe os limites tradicionais da poesia ao reunir poemas autorais acompanhados por versões musicadas acessíveis por QR Code. Cada texto encontra continuidade em uma canção, permitindo que a leitura também seja uma experiência sonora, aproximando literatura e música em um mesmo projeto editorial.

Outro lançamento é “A Rebelião das Cores: a cor como artifício manipulável nos quadrinhos”, um graphic novel escrito e ilustrado por Cleverson Lima. A obra derivada da sua dissertação de Mestrado em Comunicação, que conta com prefácio do pesquisador Dr. Rodolfo Rorato Londero.

Também integra os lançamentos “Textos, Planos e Vidros”, estudo que analisa a transposição da obra “The Old Man and the Sea”, de Ernest Hemingway, para o audiovisual, a partir da animação produzida pelo pintor Alexander Petrov, estabelecendo um diálogo entre literatura, cinema e linguagem visual.

Na área da pesquisa histórica, o autor apresenta “História, Cultura e o Cinema: Cine Plaza como objeto de influência em Campo Mourão”, obra escrita em parceria com Ana Carla Poliseli. O livro investiga a trajetória do Cine Plaza e sua importância para a construção da memória cultural de Campo Mourão, analisando sua influência social e a presença do cinema nacional entre as décadas de 1960 e 1980.

Completando os lançamentos oficiais, o público também poderá conhecer uma nova pesquisa acadêmica voltada aos estudos da comunicação e das narrativas audiovisuais.

Além das novidades, Cleverson também leva à Bienal três obras já publicadas:

A Apropriação da Arte na Propaganda, estudo sobre as releituras da obra de Vincent van Gogh na publicidade contemporânea;

Kobula – Cores que Contam: História de Arte, projeto que reúne contos inspirados em pinturas autorais e integra literatura e artes visuais;

Coleção de Artes e Histórias, obra dedicada à preservação e digitalização do patrimônio artístico da Fundação Cultural de Campo Mourão.

Com produção que transita entre pesquisa científica, literatura, ilustração e comunicação, Cleverson Lima representa Campo Mourão em um dos maiores eventos literários da América Latina, levando ao público obras que unem diferentes linguagens e reforçam a diversidade da produção cultural desenvolvida no interior do Paraná.