Amanhã completa 10 anos da morte de Constantino Lisboa de Medeiros
No dia 18 de novembro de 2000, Campo Mourão perdeu um grande nome ligado a educação e a cultura mourãoense. Há exatamente 10 anos, que se completam na quinta-feira (18), Constantino Lisboa de Medeiros se foi, mas deixou seu nome escrito na história passada e atual do município, sendo membro atuante da Associação Mourãoense de Escritores (AME), recebendo em agosto de 1999, da Fundação Cultural de Campo Mourão (Fundacam), o Título de Vulto Emérito Cultural.
Homem simples, Constantino dedicou sua vida ao cultivo da terra, como agropecuarista e proprietário rural, da literatura e das artes plásticas. Após seu falecimento, emprestou seu nome para uma Escola Municipal de Campo Mourão, que se encontra atualmente instalada no Jardim Damferi, atendendo a população daquela região.
Constantino também é patrono da Cadeira nº 06 de Academia Mourãoense de Letras, cuja fundadora é a Acadêmica Elza Paulina de Moraes.
Constantino Medeiros foi também colaborador do Jornal Tribuna do Interior, Folha de São Paulo e da Revista Chácaras e Quintais, Magazine Agrícola, e dos jornais A Folha, Nossas Letras, Folha do Valle e A Folha de Londrina. Autor do livro “Síntese Existencial”, teve ainda participação em várias coletâneas literárias.