Alunos da Educere apresentam resultado dos projetos realizados

A Escola Técnica da Fundação Educere – Pesquisa e Desenvolvimento, de Campo Mourão, concluiu há poucos dias os cursos de Desenho Mecânico Industrial e Eletrônica Básica para mais uma turma. Mantida pela indústria Cristófoli Biossegurança e com o apoio de professores voluntários das empresas incubadas e graduadas na incubadora de empresas da instituição, a escola tem se mostrado um importante celeiro de recursos humanos para as empresas da região e também para o empreendedorismo.

Como etapa final dos 12 meses de curso, os alunos foram divididos em dois grupos para o desenvolvimento de protótipos de equipamentos inovadores, apresentados no encerramento das atividades. Trata-se de uma tradição da escola técnica da Fundação Educere e a apresentação sempre comparecem empresários e gestores de negócios.

O Grupo Forgetec, composto pelos alunos Guilherme Paschoal, Sarah Costa e Lucas Germann, apresentou um protótipo de alimentador eletrônico para animais. Com tanque de armazenamento de até 50 litros, o equipamento comporta rações de média e grande granulação. A principal inovação é a programação de hora para liberação das porções de ração. A sua principal aplicação é de uso tanto doméstico quanto comercial, como na criação de peixes e cães, gatos entre outros.

Por sua vez, o grupo batizado de ’54’, composto pelos alunos Cleiton Tratcz, Jeferson Cheliga e Marcelo Gabriel apresentou um projeto que já estava em andamento na empresa Cristófoli Biossegurança, mas com algumas inovações propostas pelo grupo. A principal delas diz respeito a um mecanismo de trava na porta realizado por meio de eletro imã.
Fonte de recursos

A escola técnica da Fundação Educere se destaca por preparar uma expressiva quantidade de recursos humanos estratégicos para as empresas de base tecnológica que surgiram por meio da incubadora de empresas também mantida pela instituição. Atualmente são 15 empresas no sistema, que geram mais de 200 empregos diretos, sendo que aproximadamente 25% dessas vagas são ocupadas por alunos egressos da escola.

Pela metodologia da escola técnica, o aluno cria as suas próprias oportunidades, não só para atuação na indústria de tecnologia, como também por meio do empreendedorismo. Neste sentido, as duas maiores empresas do sistema, que juntas faturam mais de R$ 18 milhões ao ano, foram fundadas jovens alunos egressos da escola técnica.