Academia Mourãoense de Letras elege fundador da Cadeira 40
O professor Frank Antônio Mezzomo vai ocupar a cadeira 40 da Academia Mourãoense de Letras. A eleição do novo acadêmico ocorreu na última reunião ordinária da entidade, realizada na quarta-feira, 10. Mezzomo será o fundador da cadeira que tem como patrono o escritor e ex-governador Bento Munhoz da Rocha Neto. A data da posse ainda não foi definida pela diretoria da entidade.
Perfil
Frank Antônio Mezzomo é autor de diversos livros e professor Adjunto da Universidade Estadual do Paraná, câmpus de Campo Mourão (Unespar). É graduado em Filosofia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), câmpus de Toledo (1996). Especialista em História Social na Historiografia Contemporânea pela Unioeste, câmpus de Marechal Cândido Rondon (1997). Mestre e Doutor em História Cultural pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).Tem experiência docente na área de História, Antropologia Cultural e Filosofia. É líder do grupo de pesquisa ‘Cultura e Relações de Poder’, Editor da Revista NUPEM e conta com bolsa Produtividade da Fundação Araucária. Atualmente responde pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual do Paraná.
Eleição
As cadeiras de número 2 e 15 da Academia Mourãoense de Letras (ML) serão ocupadas em breve por novos imortais. A eleição, que vai definir o acadêmico que ocupará a cadeira que pertencia ao advogado Francisco Irineu Brzezinski, falecido em fevereiro deste ano, e do professor Bernardo Mattos, que renunciou recentemente, será realizada em reunião ordinária que será realizada no dia 7 de agosto, às 18h, na sede da AML.
O estatuto da Academia Mourãoense de Letras estabelece que para alguém se candidatar deve encaminhar currículo, que comprove residência por mais de dois anos em Campo Mourão e que possuam pelo menos uma obra literária publicada ou que tenham publicado, em forma de livro, trabalho relevante de pesquisa nas áreas de língua e literatura. As candidaturas devem ser apresentadas até o dia 19 de julho (sexta-feira), através de correspondência encaminhada pelo candidato a AML. No ato da inscrição o candidato concorda com o estatuto da entidade, podendo consultar o documento no ato da inscrição. Após o término do prazo de apresentação de candidaturas, será instituída uma comissão para avaliação das candidaturas, que vai emitir parecer e submeterá os nomes para a eleição.
A AML é constituída por 40 membros que são considerados imortais, ou seja, ele somente abre vaga para um novo integrante depois de morrer ou renunciar. E, ainda assim, seu nome fica eternizado como ocupante de uma cadeira na Academia.
Para escolher novos integrantes quando uma vaga fica aberta, todos os membros participam de uma votação secreta. As eleições acontecem três meses depois que a cadeira é considerada vaga.