Faculdade Integrado oferece Pós-Graduação em Educação Especial

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Jogadores do time de Maringá se aquecem para amistoso promovido pela Pós-Graduação da Faculdade Integrado

Uma das atividades realizadas pelo curso foi um amistoso de handebol em cadeira de rodas.

A Faculdade Integrado está com as inscrições abertas para o curso de Pós-Graduação em Educação Especial. Com duração de um ano, o curso visa oferecer aprimoramento, capacitação e formação aos profissionais de educação e áreas afins no que se refere à educação inclusiva. A coordenadora dos cursos de Pós-Graduação e Extensão da Faculdade Integrado, Aparecida da Penha dos Santos, destaca ainda mais dois objetivos. “Os estudantes serão estimulados a desenvolver uma postura crítico-reflexiva com relação ao processo de inclusão em sala de aula e a contribuir com pesquisas na área da Educação Especial”, declara.

O público alvo são os profissionais da área de educação e portadores de diplomas de curso superior reconhecidos pelo CNE (Conselho Nacional de Educação). “Todos os docentes, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, devem fazer”, recomenda.

As aulas têm o seu início em agosto de 2016 e serão ministradas aos sábados, das 8h às 12h e das 13h às 17h, exceto em feriados prolongados. Algumas vezes, o curso poderá acontecer às sextas-feiras à noite. As inscrições podem ser feitas na página www.grupointegrado.br e não serão cobradas para quem realizá-las até o início das aulas. Mais informações pelo telefone (44) 3518-2500 ou pelo email [email protected].

Handebol em cadeira de rodas

Uma das atividades promovidas pela Pós-Graduação em Educação Especial foi um amistoso do handebol em cadeira de rodas entre os times das cidades de Cianorte e Maringá. A ação fez parte da disciplina Caracterização e Atendimento Educacional – Área Sensorial Física, e os estudantes puderam acompanhar de perto os atletas. De acordo com Ellen Rodrigues Barbosa Melo, professora da disciplina, a iniciativa serve para mostrar que a deficiência física tem perspectivas futuras. “Muitas vezes, o profissional conhece a criança na escola e não consegue visualizar o que eles podem ser futuramente”, explica a professora.
A pós-graduanda Elza Mendes Souza não conhecia o handebol em cadeira de rodas. Segundo ela, a sociedade precisa olhar de uma maneira diferente para a deficiência. “Nas aulas, nós conversamos sobre a necessidade de desenvolver as habilidades de cada um e que não podemos encarar a deficiência como um impedimento para a realização de algo”, disse Elza.