Campo Mourão Basquete vence Flamengo com ampla vantagem
Foi uma atuação de gala do Campo Mourão Basquete. O rival da noite, o Flamengo, era tradicional, mas o time mourãoense foi pra cima, e com uma excelente postura dentro de quadra, do início ao final do jogo, venceu o rubro negro carioca pelo amplo placar de 72 a 43, nesta terça-feira, 6, no Ginásio de Esportes JK, em sua primeira partida, jogando em casa, na Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB). A maior vantagem aconteceu no segundo quarto, quando a equipe do técnico Emerson de Souza venceu este período por 24 a 7, fechando o placar do primeiro quarto em 40 a 21, num período em que aproveitou muito bem as bolas da linha dos três pontos.
No terceiro quarto, o Flamengo melhorou no jogo, chegando a empatar este período em 14 a 14. Mas no último quarto, a vantagem que era de 54 a 35 se tornou ainda maior e os mourãenses fecharam o jogo em 72 a 43 (29 pontos de vantagem). O público atendeu o convite da diretoria, da comissão técnica e dos atletas e compareceu em bom número ao jogo. A equipe mourãoense volta à quadra amanhã, quarta-feira, às 20 horas, para enfrentar o Botafogo, do técnico Marcio Resende, que na noite desta quarta-feira venceu a Seleção Brasileira Sub-17 por 79 a 72.
Presença Ilustre
Quem está na cidade para a disputa é Lilian Cristina Lopes Gonçalves, 36 anos, que veio do Estado de São Paulo, e já jogou na Seleção Brasileira Feminina Adulta. Ela foi medalhista de bronze nas Olimpíadas de Sidney, na Austrália, no ano 2000, junto com Janete, Marta e Adriana, entre outras. Ela deixou de jogar para atuar na Liga Nacional de Basquete, que é responsável pela realização da LDB.
Ela é coordenadora de competições da Liga Nacional de Basquete – LNB, cujas estas são a própria LDB e a Liga Ouro, da qual Campo Mourão já participou duas vezes com sua equipe adulta. Lilian vê a LDB como uma competição importantíssima, pois insere os atletas da base em uma disputa, amadurecendo-os para chegarem às categorias mais adultas.
“Eles estão um período importante e até mesmo crítico para estes atletas, pois eles não estão maduros para estarem numa equipe adulta e estão estourando na categoria juvenil. Nesta competição, em específico, conseguimos dar uma carga de uns 23 jogos, no mínimo, para cada equipe participante”, afirma. O fato de trabalhar no meio esportivo, no caso o basquete, a deixa satisfeita nos dias de hoje, pois ela optou por encerrar sua carreira como profissional para trabalhar na parte de coordenação dentro da modalidade. “Vou estar com o basquete em minha vida por muitos anos ainda”, finalizou Lilian.