Festa da Solidariedade gerou renda de R$ 144 mil ao asilo

Diretoria do Asilo presta contas de festa e considera resultado positivo – Foto: Clodoaldo Bonete/Tasabendo.com

A diretoria do lar dos velhinhos Frederico Ozanan de Campo Mourão divulgou na manhã desta terça-feira, o resultado da Festa da Solidariedade, realizada no dia 6 de maio. O evento garantiu lucro de R$ 144.451,35 à instituição, que cuida atualmente de 63 idosos.

A receita total foi de R$ 205.366,80, com despesas que chegaram a R$ 60.915,45.  “O resultado foi considerado um sucesso, bem melhor que a festa do ano passado. Agradecemos a todos que contribuíram, comprando o churrasco ou participando do leilão, assim como a imprensa pela divulgação “, disse o presidente do lar dos velhinhos, João Ernesto.

Além da venda de churrascos, a R$ 70,00 cada um, a festa contou com leilão de prendas, que gerou renda de R$ 22.730,00; leilão de gado (14.200,00), além de outras receitas diversas, que totalizaram R$ 168.436,80. “Fizemos o possível para reduzir ao máximo as despesas para que a festa gerasse uma boa renda ao lar dos velhinhos”, explicou Ernesto.

Sem as Irmãs

Após 34 anos sob a coordenação de irmãs religiosas, que moravam no lar, mantendo cuidados permanentes com os idosos, elas deixaram a instituição, atendendo ao chamado para o atendimento em outras entidades. No lugar delas assumiu a enfermeira Renata Calsavara, que já prestou serviços no local.

“Quando as irmãs receberam a carta informando que deixariam o lar, a diretoria me convidou para assumir junto com uma equipe. Permaneci acompanhando os trabalhos das irmãs por 90 dias para depois assumir em definitivo”, afirma Renata.

A diretoria informou que há falta de irmãs religiosas para as atribuições a que elas são chamadas, inclusive para missões em outros países. “O problema é que entram poucas jovens para o convento e as que estão na caminhada estão envelhecendo, por isso acontece essa falta. Houve o remanejamento das irmãs que eram responsáveis pelo asilo de Campo Mourão e foi preciso contratar uma enfermeira para assumir a coordenação”, justificou Ernesto.