Feira literária movimenta Escola de Educação Infantil em Engenheiro Beltrão

Com o objetivo de incentivar o hábito da leitura, a  Escola Municipal Maria Aparecida Medeiros, em Engenheiro Beltrão, promoveu, nesta quinta-feira (17) a sua 2ª Feira Literária. Cerca de 470 crianças participaram das atividades literárias e artísticas. Várias projetos desenvolvidos por professores e alunos durante o ano letivo foram apresentados durante a feira. A escola ficou movimentada durante todo o dia. Professores, alunos, pais e a comunidade em geral prestigiam o evento.

Maria Helena Trebeki Lima, diretora da escola, ressaltou que durante todo o ano as professoras desenvolvem projetos com os alunos referentes à leitura.  ‘A feira é a oportunidade de mostrar para a comunidade o nosso trabalho. O contato com os livros tem o objetivo maior de ampliar os conhecimentos, enriquecer o vocabulário e aprimorar as habilidades de interpretação e produção de textos’, explica a diretora. ‘Ler é sinônimo de sabedoria e a sabedoria vale mais que ouro’, conclui.

Para a diretora a escola ‘a leitura é importante para todos nós e  toda a escola deve fornecer uma educação de qualidade, e nada melhor que incentivar a leitura para alcançar esse objetivo e a realização da feira nos ajuda a chamar atenção das crianças  e de seus pais para os livros. As crianças conseguem sensibilizar os familiares para que adquiram o hábito da leitura’.

Projetos

Neste ano um projeto da Escola Maria Aparecida Medeiros, de descarte e destinação de medicamentos, desenvolvido pela professora Márcia Denise Ortega Alves e seus  alunos, entre 5 e 6 anos,  com o apoio dos jovens do Interact Club e a Polícia Militar e das Secretarias da Educação e da Saúde da município de Engenheiro Beltrão foi premiado pelo ‘Projeto Agrinho’, ficando em 3° lugar em Experiência Pedagógica da Rede Pública.

A professora Márcia informa que durante o desenvolvimento do projeto, as crianças aprenderam que os medicamentos vencidos e sem condições de serem repassados a outras pessoas devem ser incinerados, e, ainda, que, esses remédios uma vez descartados no lixo doméstico poderiam trazer graves conseqüências, como por exemplo, cair em mãos de pessoas menos esclarecidas, especialmente no caso das crianças, que ao ingeri-los, poderão ter graves problemas de saúde.

As crianças aprenderam, também,  que os medicamentos que são depositados nos lixões ou simplesmente jogados em terrenos baldios, por conterem produtos químicos, acabam contaminando o solo, trazendo conseqüências ao próprio ser humano. “Assim eles puderam entender, na prática,  a importância de tirar esses medicamentos de circulação, dando a eles a destinação correta e é isso que estamos ensinando a essas crianças, que, no futuro poderão fazer a coisa certa”, enfatiza a professora.

A diretora, Maria Helena, observa a importância do desenvolvimento de projetos na formação das crianças. Ela comenta que “essas ações fazem essas crianças crescerem com mais responsabilidade e comprometimento”. A diretora informa que a escola tem desenvolvido vários projetos e todos têm alcançado os seus objetivos, “despertando nas crianças o espírito solidário e com isso, se tornarão cidadãos conscientes no futuro”.

(Ari Mendonça)