Inauguração de painel marca 40 anos de fundação da Fecilcam

O herói da mitologia grega, Prometeu, foi escolhido para ser reproduzido no painel que comemora os 40 anos de existência da Fecilcam. A direção da Universidade Estadual do Paraná (Campus Campo Mourão/Fecilcam) descerrou a faixa inaugural do painel na noite desta segunda-feira, 23, na presença de alunos, professores, autoridades e comunidade externa da instituição.

A imagem mitológica é uma releitura da obra do pintor, Heinrich Friedrich Füger, produzida em 1817. Os artistas mourãoenses, Adalberto Mairiki e Igor Diego Guaiume, foram responsáveis pelo trabalho que tem 1,65 metros de altura e foi realizado em blocos de arenito.

Para a cerimônia, a direção convidou o ex-professor Assabido Rhoden para participar representando os primeiros professores da Fecilcam. Assabido trabalhou por 19 anos na faculdade onde lecionou, foi vice-diretor, exerceu a função de diretor substituto e coordenador de cursos de pós-graduação.

Em sua fala, o professor fez uma retrospectiva da diferença em dar aula no início e atualmente, falou sobre a história da instituição no cenário regional, destacou a qualidade do ensino nas faculdades do interior e transmitiu uma mensagem de incentivo aos estudantes da Unespar/Fecilcam.

O diretor da instituição, professor Antonio Carlos Aleixo, parabenizou os artistas que produziram o painel, bem como explicou e enalteceu o trabalho da comissão montada especialmente para tratar dos 40 anos da Fecilcam.

Aleixo comentou que a programação preparada elenca atividades artístico-culturais comemorativos, de divulgação e de cunho científico. Mais ainda, afirmou que a universidade não é espaço do passageiro. “Nosso objetivo enquanto universidade é desenvolver e expandir o ensino, a pesquisa e a extensão, mas acima de tudo o conhecimento”, completou.

Prometeu – O personagem esculpido no painel, de acordo com a mitologia, foi um defensor da humanidade, conhecido por sua astuta inteligência, responsável por roubar o fogo de Zeus e o dar aos mortais. Zeus teria então punido-o por este crime, deixando-o amarrado a uma rocha por toda a eternidade enquanto uma grande águia comia todo dia seu fígado – que crescia novamente no dia seguinte.