Estudantes do Colégio Integrado viram turistas por um dia

Alunos visitaram o Coreto, o Museu e a Biblioteca do município

Alunos visitaram o Coreto, o Museu e a Biblioteca do município

Essa semana, os alunos do 6º ano A e B do Colégio Integrado experimentaram uma atividade diferente: um passeio pelos Correios e pelos principais pontos turísticos da cidade de Campo Mourão.

E não faltou animação para essa turminha. Nos Correios, os estudantes postaram cartões alusivos ao Dia dos Pais. “Foi um jeito bem diferente de demonstrar o carinho pelo meu pai”, declarou Elisa Borges. Os textos foram escritos na aula de Língua Portuguesa, corrigidos pela professora Joana Lustosa e, por fim, reescritos pelos alunos. Segundo ela, esse método incentiva o aprendizado e a reflexão acerca da língua. “Com a correção, os estudantes percebem os erros de ortografia e coerência existentes”, explicou a professora.

A próxima parada foi o Museu Municipal Deolindo Mendes Pereira, que abriga a história e memória do município. O local é dividido em salas temáticas, como a do pioneirismo, da educação e saúde e da evolução política administrativa da cidade. Os alunos ficaram encantados com as peças antigas. Foi o caso de Guilherme Arthur do Espírito Santo. Ele toca violino e adorou o harmônio, instrumento musical de teclas muito utilizado em igrejas, cujo funcionamento é similar ao de um órgão. “É a segunda vez que eu venho no Museu. Eu gosto, pois mostra a história de Campo Mourão”, afirmou Guilherme. No entanto, segundo a professora Joana, a sala dos viajantes, que guarda as peças indígenas, foi a campeã das atenções.

O ponto final foi a Praça São José. Eles passaram pelo coreto, onde, antigamente, pequenas bandas mourãoenses faziam apresentações para o público. Já na Biblioteca Municipal Professor Egydio Martello, percorreram os caminhos das palavras e da arte e se impressionaram com os livros em braille, como “O Pequeno Príncipe”. Nesse passeio, o estudante Nicolas Veiga Cavalheri descobriu o livro da sua avó (a escritora Giselta Veiga) entre as prateleiras. Ele e os demais também perceberam que existe um mundo inteiro a ser descoberto logo ali, na praça no centro da cidade, ou em uma antiga rodoviária.