Santa Casa é 3º na geração de empregos e renda em Campo Mourão

O Hospital Santa Casa de Campo Mourão ocupa o terceiro lugar na geração de empregos e renda do setor privado do Município, tendo a sua frente apenas a Coamo Agroindustrial Cooperativa e a Tyson do Brasil.

O hospital conta com 288 colaboradores contratados pelo regime trabalhista, 17 prestam serviços na instituição por terceirização, 9 em razão de convênios, 27 como profissionais autônomos  e cerca de 100 médicos  prestam serviços na unidade hospitalar. Assim, mais de 440 pessoas recebem salários e auferem renda graças à instituição.

Para o Diretor Presidente do HSC, advogado Elmo Linhares, a folha da instituição é enxuta. ‘Não há nenhum trabalhador ocioso ou semi-ocioso. Pelo contrário, há muitos vazios a serem preenchidos, que demandariam novas contratações. À respeito, é imperioso que se tenha presente que a demanda por nossos serviços médico-hospitalares registrou um crescimento médio em 2009 em torno de 40%. Quando se registra uma demanda exasperada no comércio, a primeira medida que se impõe é aumentar a oferta de bens (estoque de mercadorias); no setor terciário, onde nos enquadramos, quando há um crescimento explosivo da demanda dos serviços, a resposta adequada primária a esse incremento é ampliar o quadro do elemento humano, prestador dos serviços. No caso, em que pese o crescimento da demanda por nossos serviços tenha girado em torno de 40%, o aumento do quadro de pessoal foi de apenas 19%.”

Numa perspectiva do futuro próximo, Elmo Linhares prevê que com a implantação dos novos serviços como o pronto socorro, nova maternidade, com o aumento da oferta de leitos para o setor de cerca de 50% e a nova ala particular, cuja capacidade de atendimento terá um incremento de 125%, haverá uma ampliação do quadro de pessoal, segundo estimativas iniciais, de cerca de 20%. Nessa projeção não se inclui ainda outros serviços como cirurgias de alta complexidade, o que deve ocorrer com o recebimento do aparelho de hemodinâmica e microscópio cirúrgico já em fase de aquisição pelo Governo do Estado.