“Negócio Legal” volta a atender empreendedores em fevereiro
A realização de atividades do projeto “Negócio Legal” nos bairros de Campo Mourão, para orientar os empreendedores informais sobre as vantagens da formalização de seus negócios através do programa governamental MEI – Micro Empreendedor Individual, será retomada em fevereiro do próximo ano.
O projeto “Negócio Legal” foi desencadeado recentemente pelo Sebrae e o Sindicato dos Contabilistas de Campo Mourão e Região (SinConCam). Da execução do programa Negócio Legal participam ainda a Previdência Social, Prefeitura e a UPRESCAM – União dos Presidentes de Bairros de Campo Mourão. As atividades já foram desenvolvidas nas escolas municipais “Florestan Fernandes” (jardim Albuquerque) e “Monteiro Lobato” (jardim Lar Paraná).
A suspensão temporária das atividades nos bairros foi em decorrência do aumento da demanda de serviços normalmente oferecidos dos empreendedores informais (pintores, pedreiros, costureiras, doceiras, eletricistas, jardineiros, cabeleireiras, manicures, etc.) no final de ano. O aumento da oferta de serviços acaba dificultando a participação desses empreendedores nos encontros promovidos pelo projeto.
O calendário para fevereiro ainda não está elaborado. Porém, as atividades do projeto “Negócio Legal” são desenvolvidas sempre nos finais de semana. Na noite de sexta-feira é realizada uma palestra aberta a comunidade onde é explicado como funciona o MEI e são enumeradas as inúmeras vantagens que o empreendedor informal conquista formalizando seu negócio. No sábado, das 9 horas ao meio dia, no mesmo local, funciona um plantão para elucidar eventuais dúvidas e também para formalizar o encaminhamento da formalização das novas microempresas.
Direito a aposentadoria, auxílio doença, licença maternidade, obtenção de CNPJ e possibilidade de emitir Nota Fiscal, capacidade de comprovar renda e financiar as compras, além de ter acesso a crédito. Essas são apenas algumas das vantagens que o empreendedor informal passa a ter com a formalização de seus negócios.
Podem se tornar empreendedores individuais, por exemplo, os ambulantes, vendedores de cosméticos, cabeleireiros, manicures, costureiras, eletricistas, pipoqueiros, esteticistas, sorveteiros, borracheiros, sapateiros, marceneiros, encanadores, pintores e mecânicos, entre outros.