Comércio da linha esportiva comemora retorno do futebol em CM

Fábio Bareta mostra materiais esportivos que durante a pandemia tiveram pouca saída –  Foto: Clodoaldo Bonete/Tasabendo.com

O retorno a partir dessa terça-feira (22) de atividades esportivas coletivas, bem como piscinas de clubes e associações, foi um alívio não apenas para quem sobrevive desse segmento, mas para alguns setores do comércio de Campo Mourão. Todos estavam na torcida para que a bola voltasse a rolar.

Desde o início da pandemia, há seis meses, quando essas atividades foram as primeiras a ser suspensas, os  materiais esportivos também emperraram nas prateleiras das lojas.

“Foram seis meses praticamente sem vendas de materiais esportivos amadores para futebol e natação, pelo fechamento dos clubes e os campos da cidade. O comércio sofreu muito durante essa pandemia, tivemos uma queda muito considerada”, disse o empresário Alcir Rodrigues da Silva, proprietário da Marujo Sport.

Na Marujo Sport, materiais esportivos ficaram emperrados durante a pandemia – Foto: Clodoaldo Bonete/Tasabendo.com

Com a liberação das atividades esportivas, principalmente do futebol e da natação, Rodrigues acredita que o comércio vai voltando ao normal. “Essa volta do esporte era muito esperada por todos nós. Já começamos a sentir o reflexo, pessoas comprando chuteiras e calção para jogar o futebol. Sabemos que o comércio é o setor que mais gera emprego, garantindo reflexo positivo para a economia”, destaca.

O empresário Fábio Junior Bareta, da Center Calçados também acredita que com o retorno das atividades esportivas, as vendas de chuteiras, bolas e outros acessórios esportivos já começam a ficar mais aquecidos em sua loja.

“É importante restabelecer essas atividades para que o comércio também possa normalizar o atendimento, claro que com os devidos cuidados de prevenção ao coronavírus. Com o retorno das atividades esportivas, as vendas de chuteiras, bolas, caneleiras, meiões e outros acessórios, começam a ter mais saída, pois foram produtos que ficaram parados durante seis meses na loja”, disse Bareta.