“Campo Mourão no Prato” começa no domingo; meta é superar vendas da edição de verão deste ano

O lançamento ocorreu no dia 5 de agosto, no Senac, com uma banca para degustação e definição de dois coquetéis: um com álcool e outro sem álcool – Foto: Da Assessoria
Começa neste domingo, 17, a edição de inverno do “Festival Gastronômico Campo Mourão no Prato” 2025. A novidade, desta vez, foi o lançamento de um coquetel exclusivo, elaborado em parceria com o Senac: a bebida oficial do festival.
O lançamento ocorreu no dia 5 de agosto, no Senac, com uma banca para degustação e definição de dois coquetéis: um com álcool e outro sem álcool.
Uma das exigências era de que os drinques tivessem como ingrediente a maçã, que é a única fruta que faz parte do prato típico mourãoense, o Carneiro no Buraco. Além da maçã, os drinques tem como base limão e Gin.
Os coquetéis foram desenvolvidos por Zeca Dominico, turismólogo, especialista em segurança de alimentos e mestrando em Educação. Atua como instrutor barista e bartender no Senac-PR desde 2009, é professor no ensino superior e em cursos técnicos, além de jurado em competições de barismo e coquetelaria.
ECONOMIA CRIATIVA
A edição de inverno do “Campo Mourão no Prato” será de 17 a 31 de agosto, com expectativa de superar os 34 mil pratos vendidos na edição de verão deste ano.
O festival é resultado de uma iniciativa da prefeitura de Campo Mourão, por meio da Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento Econômico e Acicam, Unespar/curso de Turismo, Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codecam) e Sebrae.
A iniciativa busca fortalecer a identidade do festival gastronômico, incentivar a adesão dos estabelecimentos locais, aumentar o ticket médio dos estabelecimentos participantes e movimentar a economia criativa da cidade.
“Quando começamos esse festival durante a pandemia o objetivo era movimentar o comércio naquele período, em uma situação muito específica e ver hoje a evolução do Campo Mourão no prato é muito satisfatório. Nosso objetivo agora é deixá-lo como um legado para a cidade, movimentando milhões e sem utilizar dinheiro público”, explica o Secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Eduardo Akira Azuma.