As inscrições para processo seletivo visando a contratação de professor de Física para o Campus Campo Mourão da UTFPR seguem até o dia 26 de julho e devem ser feitas no site www.utfpr.edu.br.
Os interessados em ingressar na Faculdade Integrado de Campo Mourão, através do Vestibular Diferenciado/2010, devem ser inscrever até o próximo dia 18 pelo portal da instituição: www.grupointegrado.br. Informações no próprio site e também pelo telefone 0800 646 1982.
A novidade é a seleção dos inscritos pela análise do histórico escolar do Ensino Médio ou ENEM, além da realização de uma prova de redação. Os interessados têm ainda três opções de data para realizar a prova de redação: dia 15 (das 14 às 16 horas), dia 17 (das 9 às 11 horas) e dia 20 (das 14 às 16 horas).
A Faculdade Integrado está oferecendo vagas em nove cursos noturnos: Administração, Agronomia, Direito, Educação Física – Licenciatura, Educação Física – Bacharelado, Enfermagem, Farmácia, Medicina Veterinária e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Todos os cursos são noturnos e a duração varia de seis a 10 semestres. A inscrição no Vestibular Diferenciado 2010 custa R$ 60,00.
Aulão
Aconteceu no último sábado (10/7), das 8 às 17h30min, no Colégio Integrado de Campo Mourão, um “aulão” de revisão para o vestibular da Universidade Estadual de Maringá (Uem), que será realizado nesta semana. Foi destinada uma hora para cada disciplina e da revisão pode participar qualquer pessoa (aluno) que concluiu o Ensino Médio e esteja cursando o terceiro ano do Ensino Médio.
A programação incluiu um show musical no intervalo da manhã.
O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) divulgou dados que apontam crescimento de 4% no número de embalagens de agrotóxicos devolvidas pelos agricultores paranaenses em junho. O governo assinou convênio que renova a parceria entre o Estado e o instituto por mais um ano.
Desde 2003, o Paraná desenvolve, em parceria com os agricultores, órgãos estaduais, indústrias de defensivos agrícolas e Universidade Federal do Paraná, um programa de recolhimento e retirada do meio ambiente das embalagens de produtos agrícolas. O documento foi assinado pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, e o presidente do Inpev, João César Rando, com o presidente do Instituto das Águas do Paraná, João Samek, e o reitor da Universidade Federal (UFPR), Zaki Akel Sobrinho.
Durante sete anos, já foram recolhidos 33 mil toneladas de materiais. Quando o Programa de Recolhimento de Embalagens foi lançado, o Paraná recolhia 200 toneladas de embalagens por ano e ocupava a nona colocação. Este ano, o Paraná deve recolher 4,6 mil toneladas de embalagens e ocupa a segunda colocação no ranking nacional. Segundo o Impev, essa quantia é maior que a recolhida pelos Estados Unidos e pelo Canadá, onde o programa é desenvolvido há 20 anos. “Os índices de recolhimento demonstram a participação efetiva e a conscientização ambiental do homem do campo. Hoje a tríplice lavagem e a entrega das embalagens já fazem parte da rotina dos produtores”, afirmou Callado.
O convênio garante o controle do recebimento das embalagens de agrotóxicos, atividades de educação ambiental, treinamento de operadores e técnicos, a fiscalização da destinação das embalagens dos defensivos agrícolas e as pesquisas voltadas às atividades estabelecidas.
EDUCAÇÃO – O presidente do Inpev, João Rando, disse que os índices paranaenses se devem ao trabalho de educação ambiental, promovido pelo Governo e instituições de ensino. Técnicos do Instituto das Águas promovem cerca de 10 treinamentos por ano, direcionados a agricultores, cooperativas, entre outros segmentos que estão contribuindo para os resultados.
No mês passado, foram recolhidas 512 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos, o que representa 151 toneladas a mais do que o volume recolhido em abril, quando 361 toneladas foram destinadas para reciclagem. Somente nos cinco primeiros meses de 2010, os agricultores paranaenses contribuíram para o recolhimento de 1.889,4 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos.
“A média nacional de recolhimento é de 94%. O Paraná recolhe 98% de todas as embalagens que utilizadas no campo, o que representa 14% de todas as embalagens de defensivos agrícolas recolhidas no país”, ressalta Rando. Ele disse que a reciclagem das embalagens contribui para redução de gases de efeito estufa.
“Entre 2002 e 2008, retiramos 108 mil toneladas de embalagens do campo no país. Isso significa que deixaram de ser emitidas 169 mil toneladas de dióxido de carbono. Ou seja, é como se você deixasse de extrair 350 mil barris de petróleo ou deixasse de cortar cerca de 816 mil árvores”, demonstrou o presidente do Inpev.
Segundo o Inpev, os municípios que lideram o ranking de processamento de embalagens no estado, nos primeiros meses de 2010 são: Palotina com 179 toneladas, seguida por Francisco Beltrão com 176,2 e Maringá com 158 toneladas.
PARCERIA – Pelo convênio, cabe ao Inpev a responsabilidade sobre o transporte e destinação correta das embalagens vazias coletadas nas centrais e encaminhadas para reciclagem ou incineração. Já a UFPR realiza o trabalho de treinamento e pesquisa de campo, com o apoio de universitários e orientação dos professores.
O Paraná conta com 75 pontos de recolhimento de recipientes: 14 centrais instaladas nos municípios de Cambé, Campo Mourão, Cascavel, Colombo, Cornélio Procópio, Maringá, Palotina, Ponta Grossa, Prudentópolis, Francisco Beltrão, São Mateus do Sul, Guarapuava, Santa Terezinha do Itaipu e Umuarama; e mais de 60 postos licenciados para o recebimento.
A reciclagem dessas embalagens pode servir de matéria-prima para diversos outros produtos. São fabricados mais de 17 artigos, como barricas de papelão, conduítes, caixas de passagem de fios elétricos, embalagem para óleo lubrificante, sacos plásticos para descarte de lixo hospitalar, entre outros.
O presidente da Suderhsa, João Samek, o recolhimento de embalagens de agrotóxicos no Estado está cada vez mais sustentável. “Estes resultados podem ser atribuídos a todos os elos da cadeia como os agricultores, incluindo órgãos estaduais, as associações e indústrias que recolhem e retiram do meio ambiente as embalagens, mandando os passivos para serem processadas ou para a incineração”.
Já o coordenador do Programa de Recolhimento de Embalagens e diretor de saneamento ambiental do Instituto das Águas do Paraná, Rui Muller, contou que o a eficiência das parcerias do Programa está servindo como modelo para a correta destinação de outros resíduos. “A logística reversa deve estar presente em todas as indústrias que buscam a sustentabilidade ambiental dos seus produtos e que se preocupam com o meio ambiente. Por isso é muito importante que todas as embalagens produzidas tenham um ciclo completo, trazendo benefícios a economia, a geração de emprego e a qualidade de vida”, lembrou Rui Müller.
Policiais do Grupo de Diligências Especiais (Gde), núcleo de Campo Mourão, prenderam dois homens suspeitos de roubar uma motocicleta na região. De acordo com a polícia, a vítima denunciou a dupla e levou gravações do circuito interno do local onde foi rendida.
O delegado José Aparecido Jacovós, do GDE, disse que as imagens mostravam um homem identificado como Fernando Edmundo de Paiva Cabral, 35 anos, furtando a motocicleta Honda Strada 200 cilindradas da vítima.
“Após a prisão de Cabral, Edílson Fonseca, 35, em posse da motocicleta e sem saber que Cabral estava preso, pediu resgate de mil reais à vítima para devolver a moto”, contou o delegado.
Fonseca acabou preso em sua oficina mecânica e a polícia recuperou a motocicleta. Na residência de Fonseca foi apreendido um revólver calibre 38 e na oficina a polícia recolheu 8 motores que serão periciados para saber a origem.
A polícia ainda investiga a participação da dupla em outros roubos a motocicletas e de participação em uma quadrilha especializada nesse tipo de roubo na região. Os dois homens foram autuados por furto, extorsão e receptação e estão detidos no 2º Distrito Policial à disposição da Justiça.
Após pedido formal dos governadores de Pernambuco, Eduardo Campos, e de Alagoas, Teotônio Villela, preocupados com o problema das chuvas e das enchentes, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) decidiram prorrogar o prazo de inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) até o dia 16. O prazo para se inscrever ao exame estava previsto para se encerrar na sexta-feira (9).
O pedido foi feito ao secretário executivo do MEC, Henrique Paim, que percorre a região devastada, à frente de um grupo que estuda a reconstrução das escolas destruídas. Com isso, a inscrição pode ser feita pela internet (www.enem.inep.gov.br), ao custo dee R$ 35. Estão isentos os estudantes da última série do ensino médio de escolas públicas e aqueles que concluíram o ensino médio em anos anteriores que declarem carência e comprovem a impossibilidade de pagamento. As provas serão realizadas nos dias 6 e 7 de novembro.
A secretaria especial de política para as mulheres, comandada pela ministra Nilcéia Freire, realizou um estudo, entre outubro de 2006 e maio de 2007, para mensurar os impactos da Lei Maria da Penha na vida das brasileiras. Neste período:
– abriram-se 32.630 inquéritos em delegacias do país com depoimentos das vítimas, dos agressores e de testemunhas;
– 10.450 processos criminais foram encaminhados nos juizados e varas adaptadas;
– 5.247 medidas de proteção às vítimas foram autorizadas;
– realizaram-se 846 prisões m flagrante e 77 em caráter preventivo e
– foram feitos 73 mil atendimentos pelo ligue 180, sendo que 11,1 mil se tratavam de pedidos de informações sobre a Lei Maria da Penha;
De meados de 2006 a setembro de 2007, foram criados 15 juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher e 32 varas foram adaptadas. A própria secretaria reconhece que o volume ainda é bem inferior ao necessário para combater o problema e que a dificuldade advém de uma mudança de cultura do próprio Judiciário.
Ainda é difícil prever os resultados concretos da lei em relação à quantidade de casos de violência praticados contra a mulher. Se cai o número de denúncias, não é possível determinar se isso se deve a uma intimidação maior das mulheres por conta do novo instrumento legal, ou se, de fato, a lei inibe a ação dos agressores. Por outro lado, um aumento de denúncias pode revelar tanto que as mulheres estão mais corajosas para lutar por seus direitos quanto que o número de agressões, de fato, aumentou.
De todo modo, a Lei Maria da Penha cumpre a indiscutível função de colocar o assunto em evidência e chamar a atenção da sociedade para este antigo drama contemporâneo.
Durante todo o século 20, convivemos com o Código Civil elaborado por Dom Pedro II e pelo jurista Augusto Teixeira de Freitas, ainda no século 19, e que entrou em vigor em 1917. Entre outras coisas, o documento considerava o homem como o chefe de família e os escravos como bens móveis; o adultério feminino era entendido como crime e as filhas poderiam ser deserdadas, caso fossem ‘ingratas’ com o pai – um instrumento para cercear a liberdade e a sexualidade femininas. Apenas em 2002 esse Código Civil foi revogado e substituído por outro, em conformidade com a Constituição do país, de 1988, que, em seu artigo 226, no parágrafo 8º, prima pela não violência familiar, sem fazer distinção entre direitos de homens e mulheres.
No entanto, normalmente, são as mulheres as vítimas da violência em casa. Por isso, em 2005, um projeto de lei que visava à proteção das mulheres no âmbito doméstico foi aprovado na Câmara dos Deputados e, em julho do ano seguinte, no Senado. Surgia assim, a lei 11.340/06, batizada de Maria da Penha, em homenagem à farmacêutica bioquímica que ficou paraplégica por causa de um tiro nas costas dado pelo próprio marido e se tornou um ícone da luta contra a violência doméstica e a impunidade dos agressores.
Foram muitos os avanços legais trazidos pela Lei Maria da Penha, entre eles:
– a definição do que é violência doméstica, incluindo não apenas as agressões físicas e sexuais, como também as psicológicas, morais e patrimoniais;
– reforça que todas as mulheres, independentemente de sua orientação sexual são protegidas pela lei, o que significa que mulheres também podem ser enquadradas – e punidas – como agressoras;
– não há mais a opção de os agressores pagarem a pena somente com cestas básicas ou multas. a pena é de três meses a três anos de prisão e pode ser aumentada em 1/3 se a violência for cometida contra mulheres com deficiência;
– ao contrário do que acontecia antigamente, não é mais a mulher quem entrega a intimação judicial ao agressor;
– a vítima é informada sobre todo o processo que envolve o agressor, especialmente sobre sua prisão e soltura;
– a mulher deve estar acompanhada por advogado e tem direito a defensor público;
– podem ser concedidas medidas de proteção como a suspensão do porte de armas do agressor, o afastamento do lar e uma distância mínima em relação à vítima e aos filhos;
– permite prisão em flagrante;
– no inquérito policial constam os depoimentos da vítima, do agressor, de testemunhas, além das provas da agressão;
– a prisão preventiva pode ser decretada se houver riscos de a mulher ser novamente agredida e o agressor é obrigado a comparecer a programas de recuperação e reeducação.
Além disso, a lei prevê juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher para julgarem os crimes e definirem questões relativas a divórcio, pensão e guarda dos filhos, por exemplo. A medida é importante, pois retira a competência dos juizados especiais criminais (como previa a lei 9.099, de 1995), que entendiam a violência doméstica como um crime de menor potencial ofensivo.
Outro ponto positivo da Lei Maria da Penha é que ela cria dificuldades para que as mulheres voltem atrás em suas denúncias, afinal é grande o número de vítimas que retiram a queixa de agressão após sofrerem ameaças do companheiro ou ouvirem mais um pedido de desculpas. Desde 2006, a mulher só pode desistir da denúncia na frente do juiz, em audiência marcada exclusivamente para esta finalidade.
(G1)
Na manhã deste sábado, mais uma clínica foi alvo de ladrões.Desta vez foi na Rua Francisco Albuquerque, centro de Campo Mourão. Eles agiram da mesma forma que nas últimas vezes. A vítima informou que entrou na clínica onde trabalha um rapaz de cor branca, magro, barba rala, com falha nos dentes, após simular que estava armado, tentou levar a a atendente para o banheiro, porém desistiu quando percebeu que chegava alguém. O ladrão conseguiu fugir levando a bolsa da vítima. A polícia está investigando esse caso, é provável que tenha ligação com outros furtos à consultórios e clínicas.
Na madrugada deste sábado (10), um motorista embriagado atropelou um jovem na Avenida Capitão Índio Bandeira, centro de Campo Mourão. A vítima foi socorrida pela equipe do Siate e encaminhada para o Pronto Socorro. Já o motorista foi submetido ao teste de Bafômetro que indicou alto teor de álcool no organismo. O mesmo foi conduzido juntamente com seu veículo para a delegacia.
Em visita ao Espírito Santo, nesta semana, o candidato tucano José Serra afirmou que, se eleito, não irá permitir que os royalties do pré-sal sejam divididos entre todos os estados brasileiros.
“Os royalties devem ser divididos entre todos. Serra fala como se ainda fosse governador de São Paulo, ou deputado, como em 88”, critica Gleisi Hoffmann (PT), candidata ao Senado no Paraná pela coligação “A União faz um novo amanhã”, que reúne PDT, PMDB, PT, PCdoB, PR e PSC.
Gleisi se refere ao episódio em que o tucano foi relator do texto que tratava do recolhimento do ICMS sobre energia elétrica que prejudicou o Paraná. Durante a Constituinte, o ICMS proveniente da energia elétrica e sobre petróleo foi destinado aos estados consumidores, o que fez com que o Paraná, maior gerador de energia elétrica do Brasil ficasse prejudicado e perdesse receita. São Paulo foi o grande beneficiado. Rio de Janeiro e Espírito Santo, produtores de petróleo, também perderam recursos a época.
“O Pré-Sal renderá bilhões em royalties. O petróleo será extraído a 300, 400 km da costa brasileira. Por que só Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo devem ser beneficiados? questiona Gleisi.
Gleisi afirma ainda que as dimensões do Pré-Sal são do tamanho da responsabilidade necessária para a condução dessa questão e dos interesses brasileiros. São 149 mil quilômetros quadrados, que devem render cerca de 5 a 10 vezes mais que a riqueza total produzida no País em um ano (aproximadamente R$ 1 trilhão).
“Esse recurso deve ser revertido em avanços para a educação, meio ambiente, combate à desigualdade social e ciência e tecnologia, em todos os municípios e estados brasileiros”, finaliza Gleisi.
Mais de 300 gestantes foram beneficiadas desde 2009 até junho de 2010 pelo Programa Mamãe Bebê. O Programa é realizado nos Centros de Assistência Social-CRAS que a Secretaria de Ação Social mantém em três pontos da cidade: Lar Paraná, Asa Leste e Central (Rua Brasil). Nestes locais as gestantes encontram orientação de profissionais de assistência social, de psicologia e saúde. As reuniões são mensais e no oitavo mês de gestação a mamãe recebe um kit com peças básicas para cuidados do bebê nos seus primeiros meses de vida.
O programa tem como finalidade oferecer às usuárias gestantes da Assistência Social orientações relacionadas à gestação, de modo a promover o fortalecimento do vínculo materno-infantil e com os demais integrantes do grupo sócio-familiar. Nos CRAS elas receberam informações sobre cuidados no período gestacional e pós-gestacional e são estimuladas para se auto-conhecer dentro da sua realidade seja, física, emocional, mental, social e econômico. Outras ações são realizadas ainda pelos profissionais como acompanhamento psicossocial, a partir da demanda trazida pela gestante, ou observadas pela equipe técnica.
O secretário de Ação Social do Município, Samuel Kozelinski destaca que os profissionais trabalham especialmente a auto-estima das futuras mães, ressaltando os cuidados pessoais com a gestação, aplicando dinâmicas de desenvolvimento pessoal, entre outros fatores que aplicados no dia-a-dia podem melhorar sua qualidade de vida neste tempo de gravidez.
A Secretaria da Educação de Campo Mourão está ofertando o Projeto de Escola de Tempo Integral em 5 escolas do Município: Nicon Kopko, Professor Florestan Fernandes (CAIC), Mário de Miranda Quintana, Castro Alves e Paulo VI. Ao todo, 470 alunos de ensino fundamental recebem o atendimento.
O projeto – A implantação do projeto é gradativa e para o 2º semestre de 2010, duas escolas rurais também passarão a atender em período integral, sendo as Escolas Municipais Caetano Munhoz da Rocha (Alto Alegre) e Manoel da Nóbrega (Km 128).
O atendimento em Tempo Integral oportuniza a orientação no cumprimento das atividades escolares, práticas esportivas, desenvolvimento de atividades artísticas e culturais por meio das oficinas curriculares de atividades circenses, dança de rua, atividades artísticas/artesanais, música, oficina de atletismo e karatê.
O principal objetivo das oficinas curriculares é o cumprimento da função social da escola que é alavancada de um processo que visa à formação de pessoas aptas a exercerem sua plena cidadania. O projeto tem apoio da Fundação Cultural que disponibiliza oficinas em dependências da Escola de Circo e na Casa da Cultura.
Estas oficinas acontecem de acordo com o cronograma abaixo:
– Atividades Circenses para 30 (trinta) alunos nas segundas-feiras no horário de 8h às 9h, nas dependências da Escola de Circo;
– Dança de Rua para 40 (quarenta) alunos nas segundas e sextas-feiras no horário de 15h30 as 16h30 na Casa da Cultura;
– Artes Plásticas atendendo 15 (quinze) alunos nas quintas-feiras no horário de 14h às 16h na Casa da Cultura;
– Atividades musicais para 60 alunos nas segundas-feiras na Escola Municipal Castro Alves;
– Atletismo para 120 (cento e vinte) alunos nas terças e quintas-feiras nos horários de 8h30 as 10h e das 15h às 16h30 no Estádio Municipal;
– Oficinas Artísticas para 90 (noventa) alunos nas terças e quartas-feiras nas dependências do IMAPE.
A Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam) está desenvolvendo projeto de saneamento básico em Iretama, na Casa Domiciliar Rural, uma escola destinada aos filhos de agricultores ou crianças e jovens que buscam conhecimento acerca da vida no campo.
O projeto é realizado desde o ano passado e envolve estudantes de 5ª a 8ª série, bem como os professores da Casa Domiciliar Rural. O coordenador do projeto, professor de Geografia Jefferson Crispin, conta que, além das duas estações de tratamento de esgoto que foram construídas para sanar os problemas que a escola tinha com uma antiga fossa, será feito a coleta das águas da chuva, a recuperação das nascentes e o aproveitamento da energia solar na escola.
Segundo Crispin, o objetivo é divulgar as práticas na região, já que a maioria dos estudantes são filhos de agricultores. Também o professor afirma que os estudantes podem auxiliar na construção da estação, pois possuem conhecimento para tal. Os alunos, empolgados com o projeto, pois acreditam que, com ele, podem ajudar o meio ambiente, fizeram uma maquete da estação do tratamento de esgoto e da mata ciliar para apresentá-las na 7ª Feira de Ciências da cidade.
O aluno da 6ª série, Claudinei Daniek, considera importante a divulgação e as ações do projeto. “É importante porque não polui a natureza”, ressalta. Para Milena Carolina da Costa Silva, também da 6ª série, a escola adquiriu conhecimento. “Ensinaram-nos várias coisas, aprendemos mais”, enfatizou. O diretor da Casa Domiciliar Rural, o engenheiro agrônomo André, salienta que os professores e estagiários do projeto trouxeram conhecimentos, não só para os estudantes, como para os professores também.
“Não tínhamos esse conhecimento. O projeto trouxe, principalmente, qualidade de vida para nós”, explicitando os problemas que possuíam com a fossa e com a mina. “E ainda tem o projeto de energia, de captação solar”, lembra. O projeto de energia solar, além de não prejudicial ao meio ambiente, vai diminuir os gastos da escola com luz.
O projeto é realizado em parceria com a prefeitura de Iretama, com o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Participam das atividades, além do professor, mais cinco estagiários, acadêmicos de Engenharia Agronômica, Geografia e Engenharia Ambiental. O projeto tem duração de dois anos e é vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq).